Contratos de associação: "O critério que deve prevalecer é o da qualidade"

Manuel Carvalho comenta no Jornal 2 a polémica com os contratos de associação.

Daniel Catalão /
"Não faz qualquer sentido pagar redundâncias" afirma Manuel Carvalho que lembra que a pressão demográfica tem ditado encerramentos não só no privado, como no público. A polémica das novas regras para os contratos de associação deve ser "ponderada".

"A escola publica é uma imposição constitucional, mas não se pode descartar quem serviu estes anos todos com qualidade um sistema que tinha carências", afirma.

O comentador do Jornal 2 avança com uma ideia: "O critério que deve prevalecer é o da qualidade" e lembra ainda que um estudo do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, "órgão absolutamente credível", diz que a qualidade dos alunos formados no sistema público é maior do que a dos oriundos dos estabelecimentos privados, ainda que a taxa de retenção no público seja mais elevada.

O Presidente da República e o primeiro-ministro receberam esta segunda-feira mais de cem mil cartas. São protestos e apelos de vários colégios privados e a mostra da indignação contra as alterações que o governo anunciou aos contratos de associação.
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