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CPLP dota Instituto Internacional da Língua Portuguesa com 659 mil euros em 2026

CPLP dota Instituto Internacional da Língua Portuguesa com 659 mil euros em 2026

O orçamento do Instituto do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) para 2026 foi aprovado hoje na Conferência de chefes de Estado e do Governo da CPLP em 659,6 mil euros.

Lusa /

Contudo, na resolução da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) mandata-se o diretor executivo do IILP "a elaborar um estudo sobre as carências orçamentárias", a apresentar na próxima reunião do Conselho de Ministros.

Brasil, Portugal e Angola asseguram as maiores contribuições neste orçamento.

Já o orçamento retificativo deste instituto para 2025, aprovado também hoje, atinge o valor de 883,6 mil euros, com contribuições obrigatórias dos Estados-membros de 309.953 euros e receitas extraordinárias superiores a 573 mil euros.

A dotação de despesas de funcionamento para este ano foi definida em 758.491,20 euros.

O instituto, com sede em Cabo Verde, é dotado de autonomia científica, administrativa e patrimonial e é um instrumento da CPLP para a gestão comum da língua, envolvendo todos os Estados-membros da organização. São estes que, com as suas quotas, suportam o orçamento anual de funcionamento e que, com contribuições voluntárias, ou, pontualmente, através do Fundo Especial da CPLP, financiam projetos concretos do instituto.

No final de 2024, o diretor de ação cultural da CPLP, João Ima Panzo, defendeu em declarações à Lusa que o IILP viveu 35 anos "com resiliência", 15 dos quais sem aumentos de orçamento, e que precisa de mais investimento.

A Conferência dos chefes de Estado e de Governo, que decorreu hoje na Guiné-Bissau, que passa a presidir à CPLP, sucedendo a São Tomé e Príncipe, foi antecedida por outras iniciativas, como a reunião dos pontos focais, do Conselho de Segurança Alimentar, do Comité de Concertação Permanente, ao nível dos embaixadores, e do Conselho de Ministros, que reúne os chefes da diplomacia.

Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

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