António Antunes - RTP
O presidente da Federação das Sociedades Portuguesas de Obstetrícia e Ginecologia defende a clarificação dos critérios para o fecho de urgências no Serviço Nacional de Saúde.
Em declarações à Antena1, o médico obstetra defende que a concentração de recursos ou o encerramento de urgências devem ser utilizados apenas como último recurso e que a assistência às utentes deve ter como primeiro fator a proximidade.
O presidente da Federação das Sociedades Portuguesas de Obstetrícia e Ginecologia revela também que a instabilidade vivida nas urgências do SNS está a levar a que mais grávidas queiram partos programados, com o consequente aumento de cesarianas.