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Cunha e Sá admite que haja dificuldade na dedução da acusação do caso Sócrates
Terminou a prisão domiciliária de José Sócrates. O ex-primeiro-ministro e Carlos Santos Silva vêem assim as respetivas medidas de coação serem reduzidas. Os dois arguidos ficam agora apenas impedidos de sair do país sem autorização e de contactar com os arguidos do processo.
Paulo Cunha e Sá ressalva que, completado um ano desde o início da prisão preventiva, os dois arguidos teriam de passar a estar em liberdade, caso não houvesse ainda acusação.
Outra alternativa admitida pelo advogado é que a acusação esteja praticamente concluída. "Portanto, desaparecem os perigos que levaram à determinação de medidas de coação tão graves", embora admita que não acredita muito nesta hipótese.