País
Demissão de Vítor Guimarães é "corolário" de situação criada pelo governo e parlamento
O presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC), Carlos Anjo, responsabilizou hoje o governo e o parlamento pela demissão, na sexta-feira, do director da Polícia Judiciária (PJ) do Porto, Vítor Guimarães.
"É o corolário lógico da situação criada pelo governo e pelo parlamento", afirmou Carlos Anjo à Agência Lusa.
E explicou: "Há uma situação de mau estar por défice de autoridade derivado da não aprovação da lei orgânica 1/8da PJ 3/8, há já dois anos, e as estruturas estão a deteriorar-se".
Carlos Anjo frisou que "compreende" a situação de Vítor Guimarães, porque "o Porto passa por uma situação difícil, derivada de se viver num esquema provisório".
Com a saída de Vítor Guimarães, que terá invocado "motivos pessoais" para justificar a demissão, "outras pessoas poderão seguir-lhe o caminho", admitiu o presidente da ASFIC.
Por inerência à demissão do director-geral da Polícia Judiciária (PJ) do Porto a sua equipa fica com os lugares à disposição, como é o caso do sub-director Artur Pereira.
A Agência Lusa contactou Filipe Costa, chefe do gabinete do Ministro da Justiça, que declarou não ter, para já, qualquer indicação de quem será o substituto de Vítor Guimarães.
Vítor Guimarães, apresentou sexta-feira o seu pedido de demissão ao director nacional da PJ, Alípio Ribeiro, confirmou à Lusa fonte policial.
Embora os motivos do pedido de demissão não sejam conhecidos, a fonte adiantou que a mesma poderá estar relacionada com a nomeação pelo Procurador-Geral da República da equipa especial dirigida pela magistrada do Ministério Público Helena Fazenda para investigar os homicídios ocorridos na noite do Porto.
Entretanto, uma outra fonte da PJ precisou à Lusa que a demissão do director da PJ do Porto se terá ficado a dever a "divergências de entendimento quanto à abordagem da investigação" daqueles homicídios ligados ao submundo da noite.
E explicou: "Há uma situação de mau estar por défice de autoridade derivado da não aprovação da lei orgânica 1/8da PJ 3/8, há já dois anos, e as estruturas estão a deteriorar-se".
Carlos Anjo frisou que "compreende" a situação de Vítor Guimarães, porque "o Porto passa por uma situação difícil, derivada de se viver num esquema provisório".
Com a saída de Vítor Guimarães, que terá invocado "motivos pessoais" para justificar a demissão, "outras pessoas poderão seguir-lhe o caminho", admitiu o presidente da ASFIC.
Por inerência à demissão do director-geral da Polícia Judiciária (PJ) do Porto a sua equipa fica com os lugares à disposição, como é o caso do sub-director Artur Pereira.
A Agência Lusa contactou Filipe Costa, chefe do gabinete do Ministro da Justiça, que declarou não ter, para já, qualquer indicação de quem será o substituto de Vítor Guimarães.
Vítor Guimarães, apresentou sexta-feira o seu pedido de demissão ao director nacional da PJ, Alípio Ribeiro, confirmou à Lusa fonte policial.
Embora os motivos do pedido de demissão não sejam conhecidos, a fonte adiantou que a mesma poderá estar relacionada com a nomeação pelo Procurador-Geral da República da equipa especial dirigida pela magistrada do Ministério Público Helena Fazenda para investigar os homicídios ocorridos na noite do Porto.
Entretanto, uma outra fonte da PJ precisou à Lusa que a demissão do director da PJ do Porto se terá ficado a dever a "divergências de entendimento quanto à abordagem da investigação" daqueles homicídios ligados ao submundo da noite.