Demissões no Júri de Exames não vão afetar provas de aferição, afirma Ministério

O ministro João Costa assegura que a realização das provas de aferição não vai ser afetada, apesar da vaga de demissões no Júri Nacional de Exames.

Antena 1 /

Thomas Park - Unsplash

Na segunda-feira, ficou a saber-se que a esmagadora maioria dos responsáveis pelos agrupamentos de exames do país pôs o lugar à disposição e acusa o Ministério de não respeitar o trabalho feito.

Também as escolas dizem que não estar preparadas para arrancar esta terça-feira com o novo formato das provas de aferição.

Os diretores de Escolas Públicas lamentam as indicações tardias do ministério da Educação. Mas o Governo insiste que há todas as condições para a realização das provas eletrónicas.

A partir desta terça-feira e até 26 de maio, há greve nas escolas convocada pelo Sindicato de Todos os Profissionais de Educação – S.TO.P - e sem serviços mínimos.

Mas o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas, Filinto Lima, acredita que não haverá grande impacto.
Filinto Lima considera que estas provas de aferição constituem um desafio especial.

Para além de avaliarem conhecimentos, vão ser um teste à literacia digital e à capacidade de recursos digitais nas escolas.
O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas está contra a realização destas provas por via digital entre alunos mais novos.



PUB