País
Depressão Bruna. Prolongados avisos de vento e agitação marítima na Madeira
O Serviço Regional de Proteção Civil referia, a meio da manhã, um total de 145 ocorrências causadas pela intempérie na Região Autónoma da Madeira.
A Capitania do Porto do Funchal decidiu este domingo prolongar, até ao início da manhã de segunda-feira, os avisos de vento e agitação marítima, reiterando as recomendações de prevenção destinadas às populações. A passagem da depressão Bruna pela Madeira deixou cinco pessoas desalojadas.
A partir das previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a Capitania indica que o vento deverá soprar de sul a sudoeste, “fresco a muito fresco (31-50 quilómetros por hora), aumentando para muito fresco a forte (40-61 quilómetros por hora) durante a manhã, por vezes muito forte durante a tarde, diminuindo para fresco a muito fresco no final do dia”.
A visibilidade, ainda de acordo com a Capitania, revela-se “moderada a fraca” e a ondulação pode chegar a 4,5 metros na costa sul e a 3,5 metros no norte da Ilha da Madeira.Os avisos de vento e agitação marítima vão vigorar pelo menos até às 6h00 de segunda-feira.
A autoridade volta assim a alertar “toda a comunidade marítima” e a “população em geral para os cuidados a ter, tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras”.
As recomendações passam pela amarração reforçada das embarcações, mas a Capitania apela também para que os passeios junto ao mar e em zonas expostas sejam evitados, tal como a pesca lúdica.Num balanço até às 10h00 deste domingo, o Serviço Regional de Proteção Civil deu conta de pelo menos 145 ocorrências relacionadas com o mau tempo, sobretudo quedas de árvores e inundações. Foram mobilizados 346 operacionais e 140 meios técnicos.
No sábado, a inundação de uma residência no concelho de Santa Cruz desalojou uma família de cinco pessoas, que foi acolhida em casa de parentes.
Ouvida pela equipa de reportagem da RTP, a presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, Élia Ascensão, avançou com “um registo de ocorrências que ascende a cerca de 33 entre as 7h00 de ontem e as 9h00 de hoje”. “Entretanto, já entraram mais algumas ocorrências”, acrescentou a autarca, para salientar a colaboração de “equipas de voluntários que se juntaram à estrutura” da Proteção Civil.
Os efeitos da depressão obrigaram também ao cancelamento de dezenas de ligações aéreas, além de escalas de navios de cruzeiro no Porto do Funchal.Desde sábado, foram cancelados mais de 70 voos no Aeroporto da Madeira.
A Região Autónoma esteve debaixo de aviso laranja de vento forte até às 0h00, vigorando depois o aviso amarelo do IPMA. Vigorou ainda o alerta laranja para precipitação “por vezes forte, persistente e acompanhada de trovoada”, até às 3h00, tendo entretanto transitado para amarelo.
Recorde-se que o aviso laranja é emitido quando se verifica uma “situação meteorológica de risco moderado a elevado”. Já o aviso amarelo reporta-se a uma “situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica”.
c/ Lusa
A partir das previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a Capitania indica que o vento deverá soprar de sul a sudoeste, “fresco a muito fresco (31-50 quilómetros por hora), aumentando para muito fresco a forte (40-61 quilómetros por hora) durante a manhã, por vezes muito forte durante a tarde, diminuindo para fresco a muito fresco no final do dia”.
A visibilidade, ainda de acordo com a Capitania, revela-se “moderada a fraca” e a ondulação pode chegar a 4,5 metros na costa sul e a 3,5 metros no norte da Ilha da Madeira.Os avisos de vento e agitação marítima vão vigorar pelo menos até às 6h00 de segunda-feira.
A autoridade volta assim a alertar “toda a comunidade marítima” e a “população em geral para os cuidados a ter, tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras”.
As recomendações passam pela amarração reforçada das embarcações, mas a Capitania apela também para que os passeios junto ao mar e em zonas expostas sejam evitados, tal como a pesca lúdica.Num balanço até às 10h00 deste domingo, o Serviço Regional de Proteção Civil deu conta de pelo menos 145 ocorrências relacionadas com o mau tempo, sobretudo quedas de árvores e inundações. Foram mobilizados 346 operacionais e 140 meios técnicos.
No sábado, a inundação de uma residência no concelho de Santa Cruz desalojou uma família de cinco pessoas, que foi acolhida em casa de parentes.
Ouvida pela equipa de reportagem da RTP, a presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, Élia Ascensão, avançou com “um registo de ocorrências que ascende a cerca de 33 entre as 7h00 de ontem e as 9h00 de hoje”. “Entretanto, já entraram mais algumas ocorrências”, acrescentou a autarca, para salientar a colaboração de “equipas de voluntários que se juntaram à estrutura” da Proteção Civil.
Os efeitos da depressão obrigaram também ao cancelamento de dezenas de ligações aéreas, além de escalas de navios de cruzeiro no Porto do Funchal.Desde sábado, foram cancelados mais de 70 voos no Aeroporto da Madeira.
A Região Autónoma esteve debaixo de aviso laranja de vento forte até às 0h00, vigorando depois o aviso amarelo do IPMA. Vigorou ainda o alerta laranja para precipitação “por vezes forte, persistente e acompanhada de trovoada”, até às 3h00, tendo entretanto transitado para amarelo.
Recorde-se que o aviso laranja é emitido quando se verifica uma “situação meteorológica de risco moderado a elevado”. Já o aviso amarelo reporta-se a uma “situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica”.
c/ Lusa