Despesa do SNS chega a 42% só com 770 mil pessoas

É o retrato que faltava fazer ao Serviço Nacional de Saúde. As contas são de 2019, mas vão ao detalhe de definir os custos médios que cada utente tem para o Estado.

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Foto: Pedro A. Pina - RTP

Nessa avaliação conta o grau de risco em que o doente se insere. São 770 mil, os doentes mais graves, considerados de risco elevado. Representam 42 por cento dos gastos, qualquer coisa como 4.400 milhões de euros.

Se descermos no grau de gravidade, a doentes de risco moderado a muito alto, passam a ser três milhões de pessoas o equivalente a 30 por cento da população.

Levam o Estado a gastar mais 41 por cento dos cuidados prestados no Serviço Nacional de Saúde 4.387 milhões de euros.
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