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COVID-19
DGS revela posição técnica: "Avaliação de risco-benefício é favorável à vacinação" de crianças
A Direção-Geral da Saúde revelou na noite de quinta-feira a posição técnica sobre a vacinação contra a covid-19 em crianças dos cinco aos 11 anos. Depois de ter recusado tornar público esse mesmo parecer, a DGS deu um passo atrás na decisão "com vista à necessária tranquilidade social".
“A Direção-Geral da Saúde recebeu, a 5 de dezembro, da Comissão Técnica de Vacinação contra a covid-19 (CTVC), a posição técnica sobre a vacinação” em crianças dos cinco aos 11 anos, começa por esclarecer a entidade em comunicado.
Dessa posição técnica, “que resulta de estudos internacionais e da consulta de outras fontes científicas”, concluiu-se que "a avaliação de risco-benefício é favorável à vacinação universal de crianças nesta faixa etária, sendo prioritária nas crianças com comorbilidades consideradas de risco para a covid-19 grave”. “A posição técnica de 5 de dezembro é agora divulgada, com vista à necessária tranquilidade social neste processo”, adianta a Direção-Geral da Saúde.
A DGS explica ainda que a posição técnica da Comissão dava conta de que “estava em avaliação o melhor intervalo entre doses para estas faixas etárias e que essa decisão técnica seria tomada na reunião regular da CTVC de dia 9 de dezembro”.
A DGS presta esta sexta-feira à tarde esclarecimentos sobre o calendário de vacinação e respetiva logística para o início da vacinação em crianças dos cinco aos 11 anos. As primeiras 300 mil vacinas do consórcio BioNTech/Pfizer chegam na próxima segunda-feira.
“Uma vez na posse dessa decisão técnica, a DGS atualizará as Normas sobre vacinação contra a covid-19, de acordo com o procedimento habitual”, avança o comunicado.
A nota chega depois de a entidade ter recusado tornar públicos os pareceres que sustentam a vacinação covid das crianças dos cinco aos 11 anos. Vários partidos e médicos exigiram a divulgação imediata dos documentos técnicos para tranquilizar os pais e dar mais confiança nas vacinas.
Dessa posição técnica, “que resulta de estudos internacionais e da consulta de outras fontes científicas”, concluiu-se que "a avaliação de risco-benefício é favorável à vacinação universal de crianças nesta faixa etária, sendo prioritária nas crianças com comorbilidades consideradas de risco para a covid-19 grave”. “A posição técnica de 5 de dezembro é agora divulgada, com vista à necessária tranquilidade social neste processo”, adianta a Direção-Geral da Saúde.
A DGS explica ainda que a posição técnica da Comissão dava conta de que “estava em avaliação o melhor intervalo entre doses para estas faixas etárias e que essa decisão técnica seria tomada na reunião regular da CTVC de dia 9 de dezembro”.
A DGS presta esta sexta-feira à tarde esclarecimentos sobre o calendário de vacinação e respetiva logística para o início da vacinação em crianças dos cinco aos 11 anos. As primeiras 300 mil vacinas do consórcio BioNTech/Pfizer chegam na próxima segunda-feira.
“Uma vez na posse dessa decisão técnica, a DGS atualizará as Normas sobre vacinação contra a covid-19, de acordo com o procedimento habitual”, avança o comunicado.
A nota chega depois de a entidade ter recusado tornar públicos os pareceres que sustentam a vacinação covid das crianças dos cinco aos 11 anos. Vários partidos e médicos exigiram a divulgação imediata dos documentos técnicos para tranquilizar os pais e dar mais confiança nas vacinas.
Graça Freitas tinha já dito que os pareceres não são secretos, mas recusou a acusação de falta de transparência no processo, prometendo para breve uma nota técnica explicativa da decisão.
A Comissão Técnica de Vacinação contra a covid-19 (CTVC) é composta por Ana Maria Correia, António Sarmento, Diana Costa, João Rocha, Luís Graça, Luísa Rocha, Manuel do Carmo Gomes, Maria de Fátima Ventura, Maria de Lurdes Silva, Marta Valente Pinto, Raquel Guiomar, Teresa Fernandes e Válter R. Fonseca.