País
Direção-Geral da Saúde confirma quarto caso de Legionella na Maia
A DGS confirmou esta quarta-feira mais dois casos de “doença dos legionários” no concelho da Maia. Sobe assim para quatro o número de pessoas infetadas com a bactéria Legionella. Depois de ter anunciado um terceiro caso a meio da tarde, a DGS voltou a atualizar os números às 17h00, tendo revelado a existência de um quarto caso. Os dois novos pacientes estão internados em hospitais do Porto com “estado clínico considerado estável”.
O terceiro caso, notificado através do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, refere-se a um doente que se encontra internado no Centro Hospitalar de São João, no Porto, com "estado clínico considerado estável".
O quarto paciente está internado no Hospital de Santo António, também no Porto. A DGS assinala que os dois “poderão ter adquirido a infeção antes da conclusão dos trabalhos de descontaminação das torres de arrefecimento da empresa”.
Os dois novos casos diagnosticados são referentes a trabalhadores da mesma unidade fabril, refere o comunicado da DGS. A instituição mantém a mensagem transmitida nos anteriores comunicados: "a população residente no concelho da Maia não precisa de tomar cuidados adicionais".
Sakhti sem legionella
Também esta quarta-feira o Mistério do Ambiente revelou que as análises realizadas pela Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território indicaram a inexistência da bactéria legionella pneumophila na empresa Sakthi, localizada na Maia.
Em comunicado o gabinete liderado por Matos Fernandes refere que foi realizada no local uma inspeção extraordinária na última segunda-feira, tendo sido recolhidas amostras de água das torres de refrigeração e do tanque de arrefecimento e que os resultados analíticos conhecidos hoje "revelaram a ausência de legionella pneumophila em todas as amostras recolhidas".
A empresa está a "dar cumprimento ao plano de manutenção das instalações. Não se verifica, assim, qualquer risco decorrente destas, e, por essa razão, não se justifica a adoção de quaisquer medidas subsequentes", lê-se na nota do Ministério do Ambiente.
O Ministério do Ambiente destaca que a Sakthi havia sido inspecionada pela IGAMAOT no dia 26 de abril de 2016, tendo, à data dessa inspeção, "evidenciado o cumprimento das obrigações legais em matéria de controlo de legionella pneumophila, designadamente através do cumprimento de um plano de manutenção e de realização periódica de análises".
"À data da referida inspeção não se verificava, assim, qualquer incumprimento legal. A IGAMAOT continuará a acompanhar o desempenho ambiental da referida empresa", termina a nota.
Instalada na Maia há 45 anos, a Sakthi Portugal opera na área da fundição de componentes para o setor do automóvel e é detida integralmente pela Sakthi Índia, empregando cerca de 520 trabalhadores e tendo uma faturação anual de 35 milhões de euros.
A doença, provocada pela bactéria legionella pneumophila, contrai-se por inalação de gotículas de vapor de água contaminada de dimensões tão pequenas que transportam a bactéria para os pulmões, depositando-a nos alvéolos pulmonares.
c/ Lusa
O quarto paciente está internado no Hospital de Santo António, também no Porto. A DGS assinala que os dois “poderão ter adquirido a infeção antes da conclusão dos trabalhos de descontaminação das torres de arrefecimento da empresa”.
Os dois novos casos diagnosticados são referentes a trabalhadores da mesma unidade fabril, refere o comunicado da DGS. A instituição mantém a mensagem transmitida nos anteriores comunicados: "a população residente no concelho da Maia não precisa de tomar cuidados adicionais".
Sakhti sem legionella
Também esta quarta-feira o Mistério do Ambiente revelou que as análises realizadas pela Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território indicaram a inexistência da bactéria legionella pneumophila na empresa Sakthi, localizada na Maia.
Em comunicado o gabinete liderado por Matos Fernandes refere que foi realizada no local uma inspeção extraordinária na última segunda-feira, tendo sido recolhidas amostras de água das torres de refrigeração e do tanque de arrefecimento e que os resultados analíticos conhecidos hoje "revelaram a ausência de legionella pneumophila em todas as amostras recolhidas".
A empresa está a "dar cumprimento ao plano de manutenção das instalações. Não se verifica, assim, qualquer risco decorrente destas, e, por essa razão, não se justifica a adoção de quaisquer medidas subsequentes", lê-se na nota do Ministério do Ambiente.
O Ministério do Ambiente destaca que a Sakthi havia sido inspecionada pela IGAMAOT no dia 26 de abril de 2016, tendo, à data dessa inspeção, "evidenciado o cumprimento das obrigações legais em matéria de controlo de legionella pneumophila, designadamente através do cumprimento de um plano de manutenção e de realização periódica de análises".
"À data da referida inspeção não se verificava, assim, qualquer incumprimento legal. A IGAMAOT continuará a acompanhar o desempenho ambiental da referida empresa", termina a nota.
Instalada na Maia há 45 anos, a Sakthi Portugal opera na área da fundição de componentes para o setor do automóvel e é detida integralmente pela Sakthi Índia, empregando cerca de 520 trabalhadores e tendo uma faturação anual de 35 milhões de euros.
A doença, provocada pela bactéria legionella pneumophila, contrai-se por inalação de gotículas de vapor de água contaminada de dimensões tão pequenas que transportam a bactéria para os pulmões, depositando-a nos alvéolos pulmonares.
c/ Lusa