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Saúde
Direção-Geral da Saúde preocupada com os hábitos alimentares dos portugueses
Obesidade, álcool e consumo em demasia de sumos ricos em açúcar e refrigerantes. Este é o quadro apresentado pelo primeiro Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física em Portugal. Que alerta também para o consumo excessivo de álcool por parte da população mais idosa.
Um quadro pouco animador que revela, por exemplo, que cinco por cento dos idosos bebem mais de um litro de álcool por dia.
As crianças, por seu lado, estão a comer menos vegetais e fruta e 40 por cento dos jovens bebem muitos refrigerantes e sumos com muita adição de açúcar.
Fatores que levam Pedro Graça a afirmar que existe uma insegurança alimentar por parte dos portugueses.
Mas o coordenador do programa nacional de promoção da alimentação saudável acredita que ainda existe uma réstia de esperança e ela reside na consciencialização destes problemas e no regresso ao uso dos produtos naturais como o azeite.
O segundo Inquérito Alimentar Nacional e da Atividade Física foi conduzido por investigadores da Universidade do Porto, de Lisboa e de Oslo, do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge e da empresa Silicolife.
Porque comer corretamente faz bem ao corpo e a mente.
Inquérito da DGS revela padrões de consumo atuais dos portugueses
Os resultados do 2º Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física revelam, apresentado pela Direção Geral de Saúde, permite a criação de uma base descritiva com informação de representatividade nacional sobre três grandes domínios: a Alimentação e Nutrição, a Atividade Física e o Estado Nutricional da população Portuguesa.
Dados que revelam, por exemplo, que um em cada dois portugueses não consome a quantidade de fruta e hortícolas recomendada pela Organização Mundial da Saúde, mas não só.
No relatório final destaca-se os principais resultados:
A implementação deste inquérito decorreu entre outubro de 2015 e setembro de 2016, tendo-se avaliado um número total de 6553 indivíduos.
Segundo a DGS este estudo é um verdadeiro marco sobre o panorama alimentar a nível nacional, indispensável para a melhoria das estratégias já definidas pelo Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável e que contou com o apoio da Direção-Geral da Saúde desde a primeira hora.
As crianças, por seu lado, estão a comer menos vegetais e fruta e 40 por cento dos jovens bebem muitos refrigerantes e sumos com muita adição de açúcar.
Problemas que merecem um alerta de Pedro Graça, coordenador do programa nacional de promoção da alimentação saudável da Direção Geral de Saúde (DGS).
Este responsável realça ainda que a população mais idosa está, no campo alimentar, bastante desprotegida, com padrões pouco saudáveis e com um consumo de álcool muito elevado.
O coordenador do programa nacional de promoção da alimentação saudável da DGS diz que os mais idosos deviam consumir mais alimentação rica em vitamina D.
Mais peixe, vegetais e menos carne deveria ser a base da alimentação dos portugueses. Mas, diz Pedro Graça, infelizmente, a alimentação do tipo mediterrânea está a perder-se, muito devido à falta de tempo pessoal, bem como a atratividade dos preços praticados em alguns produtos de dúbia qualidade.
No inquérito que hoje vai ser apresentado dá-se especial atenção ao excesso de sal, açucar, consumo exagerado de proteínas e à falta de atividade física dos portugueses.
Este responsável realça ainda que a população mais idosa está, no campo alimentar, bastante desprotegida, com padrões pouco saudáveis e com um consumo de álcool muito elevado.
O coordenador do programa nacional de promoção da alimentação saudável da DGS diz que os mais idosos deviam consumir mais alimentação rica em vitamina D.
Mais peixe, vegetais e menos carne deveria ser a base da alimentação dos portugueses. Mas, diz Pedro Graça, infelizmente, a alimentação do tipo mediterrânea está a perder-se, muito devido à falta de tempo pessoal, bem como a atratividade dos preços praticados em alguns produtos de dúbia qualidade.
No inquérito que hoje vai ser apresentado dá-se especial atenção ao excesso de sal, açucar, consumo exagerado de proteínas e à falta de atividade física dos portugueses.
Fatores que levam Pedro Graça a afirmar que existe uma insegurança alimentar por parte dos portugueses.
Mas o coordenador do programa nacional de promoção da alimentação saudável acredita que ainda existe uma réstia de esperança e ela reside na consciencialização destes problemas e no regresso ao uso dos produtos naturais como o azeite.
O segundo Inquérito Alimentar Nacional e da Atividade Física foi conduzido por investigadores da Universidade do Porto, de Lisboa e de Oslo, do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge e da empresa Silicolife.
Porque comer corretamente faz bem ao corpo e a mente.
Inquérito da DGS revela padrões de consumo atuais dos portugueses
Os resultados do 2º Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física revelam, apresentado pela Direção Geral de Saúde, permite a criação de uma base descritiva com informação de representatividade nacional sobre três grandes domínios: a Alimentação e Nutrição, a Atividade Física e o Estado Nutricional da população Portuguesa.
Dados que revelam, por exemplo, que um em cada dois portugueses não consome a quantidade de fruta e hortícolas recomendada pela Organização Mundial da Saúde, mas não só.
No relatório final destaca-se os principais resultados:
- Aproximadamente 1,5 milhões de Portugueses (17% da população) consomem pelo menos um refrigerante ou néctares por dia, dos quais 12% são refrigerantes;
- Cerca de 9,8 milhões de portugueses (mais de 95% da população) consome açúcares simples acima do limite recomendado pela OMS (10% do aporte energético);
- Em média, os Portugueses consomem 7,3 g de sal por dia. Aproximadamente, 3,5 milhões de mulheres (65,5%) e 4,3 milhões de homens (85,9%) apresentam uma ingestão de sódio acima do nível máximo tolerado;
- Em 2015-2016, 10% das famílias em Portugal experimentaram insegurança alimentar, ou seja, tiveram dificuldade, durante este período, de fornecer alimentos suficientes a toda a família, devido à falta de recursos financeiros; a maioria destas famílias tem menores de 18 anos;
- A prevalência nacional de prática ‘regular’ de atividade física desportiva e/ ou de lazer programada é de 41,8%, sendo mais elevada nas crianças (61%) e menor nos idosos (33%);
- 5,9 milhões de Portugueses (quase 6 em cada 10 Portugueses) têm obesidade ou pré-obesidade. Os idosos são o grupo mais vulnerável – 8 em cada 10 têm obesidade ou pré-obesidade;
- As prevalências de obesidade, de pré-obesidade e de obesidade abdominal são sempre superiores nos indivíduos menos escolarizados.
A implementação deste inquérito decorreu entre outubro de 2015 e setembro de 2016, tendo-se avaliado um número total de 6553 indivíduos.
Segundo a DGS este estudo é um verdadeiro marco sobre o panorama alimentar a nível nacional, indispensável para a melhoria das estratégias já definidas pelo Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável e que contou com o apoio da Direção-Geral da Saúde desde a primeira hora.