País
Director da SECIL garante queima de lamas oleosas até ao fim do ano
O director da cimenteira SECIL, Júlio Abelho, garantiu que a co-incineração de lamas oleosas deverá arrancar até final de 2006 e assegurou que o processo é seguro e não constitui qualquer risco para a saúde pública.
"Estamos a fazer testes com as lamas oleosas até dia 13 de Dezembro e até ao final do ano o processo deverá arrancar em pleno", disse Júlio Abelho, durante uma visita organizada pela empresa para divulgar o processo de co-incineração de resíduos industriais perigosos na cimenteira do Parque Natural da Arrábida.
"O nosso objectivo é a substituição de combustíveis fósseis por outros", afirmou o responsável da empresa, acrescentando que as emissões "são as mesmas, independentemente dos combustíveis utilizados nos fornos da cimenteira".
Para a SECIL, a substituição de resíduos fósseis por lamas oleosas, óleos usados e solventes representa uma diminuição de custos que ainda não está quantificada e permite a utilização das infra- estruturas disponíveis.
Por outro lado, permite também reduzir os encargos das empresas portuguesas com a exportação de resíduos perigosos para co- incineração nas cimenteiras da Andaluzia, na Espanha.
Segundo Júlio Abelho, as cimenteiras espanholas estão a receber 30 euros por tonelada para queimar resíduos oriundos de refinarias portuguesas, o que lhes permite reduzir os custos de produção de cimento e colocar o seu produto a preços mais competitivos no nosso país, como está a acontecer no Algarve.
As fábricas de cimento espanholas "já estão a vender cerca de 80 a 100 mil toneladas de cimento por ano no Algarve, com prejuízo para a cimenteira da Cimpor", salientou o director da SECIL.
No que respeita ao processo de co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira do Outão, Júlio Abelho adiantou que está prevista a queima de cerca de três toneladas de resíduos por hora e garantiu tratar-se de "um processo seguro", utilizado pela grande maioria dos países europeus há mais de 20 anos.
Por outro lado, afirmou, que "os fornos das cimenteiras estão recomendados pelas Nações Unidas e, ao contrário do que muitas vezes se diz, pela Convenção de Estocolmo, para a eliminação de dioxinas", disse.
Júlio Abelho frisou ainda que a SECIL só tem licença do Ministério do Ambiente para a queima de lamas oleosoas, óleos usados e solventes e que se comprometeu perante a comissão de acompanhamento ambiental da empresa a realizar testes antes de iniciar a queima de qualquer resíduo, como está a acontecer neste momento com as lamas oleosas.
"O nosso objectivo é a substituição de combustíveis fósseis por outros", afirmou o responsável da empresa, acrescentando que as emissões "são as mesmas, independentemente dos combustíveis utilizados nos fornos da cimenteira".
Para a SECIL, a substituição de resíduos fósseis por lamas oleosas, óleos usados e solventes representa uma diminuição de custos que ainda não está quantificada e permite a utilização das infra- estruturas disponíveis.
Por outro lado, permite também reduzir os encargos das empresas portuguesas com a exportação de resíduos perigosos para co- incineração nas cimenteiras da Andaluzia, na Espanha.
Segundo Júlio Abelho, as cimenteiras espanholas estão a receber 30 euros por tonelada para queimar resíduos oriundos de refinarias portuguesas, o que lhes permite reduzir os custos de produção de cimento e colocar o seu produto a preços mais competitivos no nosso país, como está a acontecer no Algarve.
As fábricas de cimento espanholas "já estão a vender cerca de 80 a 100 mil toneladas de cimento por ano no Algarve, com prejuízo para a cimenteira da Cimpor", salientou o director da SECIL.
No que respeita ao processo de co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira do Outão, Júlio Abelho adiantou que está prevista a queima de cerca de três toneladas de resíduos por hora e garantiu tratar-se de "um processo seguro", utilizado pela grande maioria dos países europeus há mais de 20 anos.
Por outro lado, afirmou, que "os fornos das cimenteiras estão recomendados pelas Nações Unidas e, ao contrário do que muitas vezes se diz, pela Convenção de Estocolmo, para a eliminação de dioxinas", disse.
Júlio Abelho frisou ainda que a SECIL só tem licença do Ministério do Ambiente para a queima de lamas oleosoas, óleos usados e solventes e que se comprometeu perante a comissão de acompanhamento ambiental da empresa a realizar testes antes de iniciar a queima de qualquer resíduo, como está a acontecer neste momento com as lamas oleosas.