País
Dois militares portugueses feridos no Afeganistão
Dois feridos ligeiros e uma viatura danificada foi o resultado final do ataque de rebeldes afegãos contra uma coluna militar portuguesa durante o seu regresso a Cabul no passado domingo.
Tudo se passou no domingo à noite, por volta das 19h00 portuguesas, na província de Wardak, a 80 quilómetros da capital, quando a coluna militar portuguesa foi atacada por rebeldes afegãos, quando regressava a Cabul.
O ataque foi feito com armas ligeiras e lança-granadas e os militares portugueses tiveram de ripostar ao fogo dos rebeldes. Dos confrontos resultaram dois feridos entre os portugueses, um deles com um ferimento ligeiro num braço e o outro numa perna.
Não foi necessário prestar assistência médica imediata aos feridos no local.
O Estado-Maior General das Forças Armadas informa que "os dois feridos ligeiros prosseguiram a sua missão com normalidade, tendo a coluna da Força Nacional Destacada chegado a Cabul, ao aquartelamento nacional, sem mais incidentes, durante a madrugada de hoje (segunda-feira)".
A 1.ª companhia de Comandos partiu de Kandahar no passado dia 8 de Junho e era constituída por 92 militares e 22 viaturas. Regressava após uma missão de um mês e meio na área de operações de Kandahar, epicentro da insurreição talibã no sul do país.
O contingente português assume desde Março as funções de Força de Reacção Rápida do comando da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) da NATO e foi deslocado de Cabul para Kandahar, onde os comandos cumpriram um período de adaptação ao teatro operacional, antes de ocuparem posições em Maywand, um distrito daquela província do sul do Afeganistão.
Coube à 1ª Companhia de comandos apoiar o esforço de expansão das posições da NATO e do exército afegão (ANA) na região de Kandahar, a área de maior actividade operacional no Afeganistão, de forma a retirar espaço de manobra à insurreição.
Como unidade de reserva do COMISAF (comandante da ISAF) pode a qualquer momento ser enviada para qualquer ponto do teatro afegão.
A área de Kandahar é um dos principais alvos do esforço de reforço do dispositivo de forças da NATO e dos EUA no Afeganistão (cerca de 60 mil homens no total).
O contingente nacional de comandos regressa a Portugal em Agosto.
O ataque foi feito com armas ligeiras e lança-granadas e os militares portugueses tiveram de ripostar ao fogo dos rebeldes. Dos confrontos resultaram dois feridos entre os portugueses, um deles com um ferimento ligeiro num braço e o outro numa perna.
Não foi necessário prestar assistência médica imediata aos feridos no local.
O Estado-Maior General das Forças Armadas informa que "os dois feridos ligeiros prosseguiram a sua missão com normalidade, tendo a coluna da Força Nacional Destacada chegado a Cabul, ao aquartelamento nacional, sem mais incidentes, durante a madrugada de hoje (segunda-feira)".
A 1.ª companhia de Comandos partiu de Kandahar no passado dia 8 de Junho e era constituída por 92 militares e 22 viaturas. Regressava após uma missão de um mês e meio na área de operações de Kandahar, epicentro da insurreição talibã no sul do país.
O contingente português assume desde Março as funções de Força de Reacção Rápida do comando da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) da NATO e foi deslocado de Cabul para Kandahar, onde os comandos cumpriram um período de adaptação ao teatro operacional, antes de ocuparem posições em Maywand, um distrito daquela província do sul do Afeganistão.
Coube à 1ª Companhia de comandos apoiar o esforço de expansão das posições da NATO e do exército afegão (ANA) na região de Kandahar, a área de maior actividade operacional no Afeganistão, de forma a retirar espaço de manobra à insurreição.
Como unidade de reserva do COMISAF (comandante da ISAF) pode a qualquer momento ser enviada para qualquer ponto do teatro afegão.
A área de Kandahar é um dos principais alvos do esforço de reforço do dispositivo de forças da NATO e dos EUA no Afeganistão (cerca de 60 mil homens no total).
O contingente nacional de comandos regressa a Portugal em Agosto.