País
Dois mortos em incêndio num lar de idosos em Lisboa
Um incêndio esta madrugada num lar de idosos num prédio no largo do Convento da Encarnação, junto ao Campo Santana, provocou dois mortos e 27 feridos, sete dos quais inspiravam inicialmente cuidados, o que não se justificou.
Os feridos, 25 idosos e duas crianças, foram transportados para os hospitais de São José, Santa Maria e Curry Cabral. As duas vítimas são duas idosas que residiam no lar.
O edifício pertence ao Serviço de Acolhimento da Segurança Social onde funcionam mini-residências para famílias em risco. No centro residem 74 pessoas, dez delas idosas.
O fogo começou num quarto do terceiro andar do edifício, de cinco andares, e rapidamente se alastrou aos pisos superiores. No local onde deflagraram as chamas morava uma idosa de 82 anos.
O incêndio começou às 03h17 e foi dado como extinto às 04h55. As dificuldades de locomoção dos idosos dificultaram o trabalho dos bombeiros.
“Demorámos oito minutos para iniciar o combate às chamas mas poderíamos ter começado mais cedo”, afirmou o Tenente-Coronel Carlos Fernandes, comandante das operações dos bombeiros no local.
“Esta é uma das zonas da cidade de Lisboa que inspira sempre um cuidado em termos de acessibilidade das viaturas de emergência”, afirmou. O edifício está situado numa zona antiga, numa praceta que dá acesso a ruas muito estreitas e que tem vários carros estacionados.
“Foi criado um corredor de segurança, com a ajuda da PSP, para possibilitar a evacuação das pessoas”, adiantou.
“Houve dificuldades no combate porque os meios não eram os mais adequados”, afirmou, referindo-se à falta de extintores, de portas corta-fogo, saídas de emergência e da planta de emergência.
Ao incêndio ocorreram 27 bombeiros do Regimento de Sapadores, 16 dos Voluntários, quatro ambulâncias do INEM e duas Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER).
A Polícia Judiciária está no local a investigar a origem do incêndio cujas causas ainda são desconhecidas.
Protecção Civil está a acompanhar a situação
Vítor Vieira, chefe da divisão da Autoridade Nacional de Protecção Civil, afirmou que a protecção civil está a acompanhar a situação no local desde as 04h00, adiantando que ainda não houve necessidade de intervir.
“As pessoas que vivem em áreas do edifício que não sofreram danos já regressaram aos apartamentos”, afirmou.
“As pessoas que foram transportadas aos hospitais com ferimentos ligeiros serão depois realojadas em outras instituições da Segurança Social”, avançou.
Feridos transferidos para os hospitais de São José, Curry Cabral e Santa Maria
Para o Hospital de São José, o mais próximo do local do incêndio, “foram transportados seis feridos que se encontram hospitalizados em observação, mas não em estado grave”, afirmou à Lusa fonte do serviço de urgências da unidade hospitalar.
Para o Hospital Curry Cabral foram transportadas cinco pessoas por “suspeita de intoxicação por monóxido de carbono”, no entanto “apenas se confirmou intoxicação numa das pessoas, que será agora transportada para a câmara hiperbárica do Hospital da Marinha”, afirmou o serviço de urgências do hospital.
Cinco idosas foram transportadas apenas “por precaução” para o Hospital de Santa Maria, dado que não têm qualquer ferimento, “estão em observação e deverão ter alta em breve”, revelou o porta-voz do hospital.
O edifício pertence ao Serviço de Acolhimento da Segurança Social onde funcionam mini-residências para famílias em risco. No centro residem 74 pessoas, dez delas idosas.
O fogo começou num quarto do terceiro andar do edifício, de cinco andares, e rapidamente se alastrou aos pisos superiores. No local onde deflagraram as chamas morava uma idosa de 82 anos.
O incêndio começou às 03h17 e foi dado como extinto às 04h55. As dificuldades de locomoção dos idosos dificultaram o trabalho dos bombeiros.
“Demorámos oito minutos para iniciar o combate às chamas mas poderíamos ter começado mais cedo”, afirmou o Tenente-Coronel Carlos Fernandes, comandante das operações dos bombeiros no local.
“Esta é uma das zonas da cidade de Lisboa que inspira sempre um cuidado em termos de acessibilidade das viaturas de emergência”, afirmou. O edifício está situado numa zona antiga, numa praceta que dá acesso a ruas muito estreitas e que tem vários carros estacionados.
“Foi criado um corredor de segurança, com a ajuda da PSP, para possibilitar a evacuação das pessoas”, adiantou.
“Houve dificuldades no combate porque os meios não eram os mais adequados”, afirmou, referindo-se à falta de extintores, de portas corta-fogo, saídas de emergência e da planta de emergência.
Ao incêndio ocorreram 27 bombeiros do Regimento de Sapadores, 16 dos Voluntários, quatro ambulâncias do INEM e duas Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER).
A Polícia Judiciária está no local a investigar a origem do incêndio cujas causas ainda são desconhecidas.
Protecção Civil está a acompanhar a situação
Vítor Vieira, chefe da divisão da Autoridade Nacional de Protecção Civil, afirmou que a protecção civil está a acompanhar a situação no local desde as 04h00, adiantando que ainda não houve necessidade de intervir.
“As pessoas que vivem em áreas do edifício que não sofreram danos já regressaram aos apartamentos”, afirmou.
“As pessoas que foram transportadas aos hospitais com ferimentos ligeiros serão depois realojadas em outras instituições da Segurança Social”, avançou.
Feridos transferidos para os hospitais de São José, Curry Cabral e Santa Maria
Para o Hospital de São José, o mais próximo do local do incêndio, “foram transportados seis feridos que se encontram hospitalizados em observação, mas não em estado grave”, afirmou à Lusa fonte do serviço de urgências da unidade hospitalar.
Para o Hospital Curry Cabral foram transportadas cinco pessoas por “suspeita de intoxicação por monóxido de carbono”, no entanto “apenas se confirmou intoxicação numa das pessoas, que será agora transportada para a câmara hiperbárica do Hospital da Marinha”, afirmou o serviço de urgências do hospital.
Cinco idosas foram transportadas apenas “por precaução” para o Hospital de Santa Maria, dado que não têm qualquer ferimento, “estão em observação e deverão ter alta em breve”, revelou o porta-voz do hospital.