País
EDP Distribuição rejeita qualquer hipótese de negligência nos incêndios de outubro
O relatório da Comissão Técnica Independente sobre os incêndios de outubro, argumenta que o fogo da Lousã teve causa negligente e a origem poderá estar no não cumprimento pela EDP do regulamento de segurança das linhas elétricas. A empresa reagiu em comunicado, negando que essa possibilidade e anunciando que vai enviar documentação à Comissão Técnica Independente.
De acordo com a EDP, toda a informação de que dispõem “permite afirmar inequivocamente que não ocorreu qualquer incêndio associado a queda de árvores sobre a rede na zona da Lousã”.
A EDP garante que tem sistemas que monitorizam, em permanência, todos os eventos relativos às linhas elétricas, havendo registos disponíveis.
A empresa argumenta que o “único evento registado respeita à queda de uma árvore de grande porte (11 metros) localizada fora da faixa de proteção da EDP Distribuição, cuja queda sobre a linha de Média Tensão não originou qualquer incêndio”, enviando no comunicado a foto dessa árvore caída.
DE acordo com a EDP, a árvore removida pelas equipas operacionais da EDP Distribuição duas horas após a queda, não se registando qualquer incêndio.
“Tendo em conta a hipótese referida no relatório, a EDP Distribuição tomou a decisão de enviar imediatamente toda a documentação que suporta esta convicção para a Comissão Técnica independente”, pode ler-se no comunicado, garantindo que já antes tinha sido entregue essa informação às autoridades competentes.
A EDP garante cumprir a legislação que obriga à constituição e proteção de corredores e Faixas de Gestão de Combustível, despendendo anualmente cinco milhões de euros nos 7.500 km que gere. A empresa adianta que fazem ainda supervisão com recurso a meios aéreos, tecnologia laser e drones. A EDP Distribuição tem 84 000km de linhas aéreas de Alta Tensão, das quais 26 000km atravessam zonas florestais.
A EDP garante que tem sistemas que monitorizam, em permanência, todos os eventos relativos às linhas elétricas, havendo registos disponíveis.
A empresa argumenta que o “único evento registado respeita à queda de uma árvore de grande porte (11 metros) localizada fora da faixa de proteção da EDP Distribuição, cuja queda sobre a linha de Média Tensão não originou qualquer incêndio”, enviando no comunicado a foto dessa árvore caída.
DE acordo com a EDP, a árvore removida pelas equipas operacionais da EDP Distribuição duas horas após a queda, não se registando qualquer incêndio.
“Tendo em conta a hipótese referida no relatório, a EDP Distribuição tomou a decisão de enviar imediatamente toda a documentação que suporta esta convicção para a Comissão Técnica independente”, pode ler-se no comunicado, garantindo que já antes tinha sido entregue essa informação às autoridades competentes.
A EDP garante cumprir a legislação que obriga à constituição e proteção de corredores e Faixas de Gestão de Combustível, despendendo anualmente cinco milhões de euros nos 7.500 km que gere. A empresa adianta que fazem ainda supervisão com recurso a meios aéreos, tecnologia laser e drones. A EDP Distribuição tem 84 000km de linhas aéreas de Alta Tensão, das quais 26 000km atravessam zonas florestais.