País
Elevador da Glória. Estrutura totalmente nova e "mais segura"
O primeiro semestre 2029 é o calendário da expectativa da Carris para ter pronto o novo elevador da Glória. "Será mais seguro (...) vai cumprir todas as normas" de segurança, garante o presidente da empresa. Uma vez que não é possível recuperar o que foi destruído, o objetivo é ter "uma nova instalação". Por isso, vai ser lançado, entre janeiro e março de 2027, um concurso internacional para a conceção e construção do novo Elevador da Glória.
Numa apresentação na Ordem dos Engenheiros, em Lisboa, Rui Lopo apresentou as principais características do novo projeto.
Primeiro vai ter de “respeitar a identidade histórica”, ao mesmo tempo que “vai procurar os mais elevados padrões de segurança, fiabilidade, acessibilidade, de oportunidade, de sustentabilidade e de capacidade de supervisão tecnológica”.
Uma vez que o acidente “deixou estruturalmente afetados um conjunto de elementos” a Carris não poderá “ter um equipamento histórico que funcionava sem modificações substantivas até ao dia 1 de Janeiro de 1986.”, sublinha o presidente da Carris.
Primeiro vai ter de “respeitar a identidade histórica”, ao mesmo tempo que “vai procurar os mais elevados padrões de segurança, fiabilidade, acessibilidade, de oportunidade, de sustentabilidade e de capacidade de supervisão tecnológica”.
Uma vez que o acidente “deixou estruturalmente afetados um conjunto de elementos” a Carris não poderá “ter um equipamento histórico que funcionava sem modificações substantivas até ao dia 1 de Janeiro de 1986.”, sublinha o presidente da Carris.
Outra característica que o novo projeto deve cumprir, de acordo com as orientações da acionista da Carris, a Câmara Municipal de Lisboa, é ser “absolutamente segura para passageiros, trabalhadores e terceiros, recorrendo às melhores práticas internacionais e à melhor tecnologia disponível”.
Para além disto, é essencial “manter a Calçada da Glória como a conhecemos nos últimos 140 anos”. Isto porque “o valor patrimonial reside no conjunto formado pelo ascensor, pela calçada, pelo traçado, pela inclinação, pela envolvente urbana e pela memória da sua relação com a cidade”, recorda Rui Lopo.
Por último, o novo ascensor “deverá procurar ser inclusivo, confortável e reconhecível como parte da experiência singular da Calçada da Glória”.
Para além disto, é essencial “manter a Calçada da Glória como a conhecemos nos últimos 140 anos”. Isto porque “o valor patrimonial reside no conjunto formado pelo ascensor, pela calçada, pelo traçado, pela inclinação, pela envolvente urbana e pela memória da sua relação com a cidade”, recorda Rui Lopo.
Por último, o novo ascensor “deverá procurar ser inclusivo, confortável e reconhecível como parte da experiência singular da Calçada da Glória”.
O plano da Carris passa por lançar o concurso internacional no primeiro trimestre de 2027.
Luís Gonçalves, membro da Comissão Técnica Independente, sublinhou que após o lançamento do concurso internacional o novo Elevador poderá, se tudo correr bem, a funcionar em 2029.
Luís Gonçalves, membro da Comissão Técnica Independente, sublinhou que após o lançamento do concurso internacional o novo Elevador poderá, se tudo correr bem, a funcionar em 2029.