Em Loulé mato arde há 17 horas, bombeiros têm dificuldade de acesso

O incêndio que deflagrou ao fim da tarde de terça-feira no sítio da Amendoeira, próximo de Querença, Loulé, continua por circunscrever, disse hoje à Lusa o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Algarve.

Agência LUSA /

Na origem das dificuldades em controlar o incêndio está uma frente sul de fogo que devasta grandes quantidades de mato mediterrânico e à qual os bombeiros não têm acesso, por não haver caminhos.

Com a ajuda de uma máquina de rasto, os bombeiros estão a tentar abrir caminho para aquela frente, disse a mesma fonte, adiantando que o helicóptero não está ainda a ser utilizado.

"Não há necessidade de utilizar o helicóptero, estamos a usar o combate directo, tentando aceder ao fogo através da máquina de rasto, mas não há nada em perigo e não precisamos do meios aéreos", justificou entretanto à Lusa o comandante do CDOS, Vaz Pinto.

No combate ao fogo encontram-se 47 bombeiros de oito corporações do sotavento algarvio, apoiados por 12 viaturas e a máquina de rasto.

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