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Pós-depressão Kristin. A resposta aos danos e a evolução do estado do tempo

Empresária da Marinha Grande pede patrulhas do Exército para evitar saques

Empresária da Marinha Grande pede patrulhas do Exército para evitar saques

Uma empresária da Marinha Grande apelou hoje para que o Exército realize patrulhas nas zonas industriais da região e garantiu que as empresas estão a ser saqueadas.

Lusa /

"Precisamos que o Exército nos venha ajudar a proteger as empresas, Marinha Grande, Vieira de Leiria, em Leiria, porque as empresas estão a começar a ser saqueadas", disse à agência Lusa Maria Almeida, coproprietária de uma empresa de moldes na Marinha Grande.

A empresária apontou que uma das empresas no concelho da Marinha Grande já foi alvo de roubos de cablagem.

Face à falta de segurança, e num cenário em que "as empresas ficaram a céu aberto", são os próprios proprietários que estão a fazer a vigilância dos pavilhões.

A passagem da depressão Kristin deixou danos na sua fábrica, arrancando o telhado.

Ainda assim, considerou que "houve a sorte de não chover", o que permitiu que as máquinas pudessem ser tapadas -- algo feito por "dezenas e dezenas de empresas" na região.

Apesar dos estragos controlados, continua o receio com a insegurança.

"Temos todos receio quando chega a noite", concluiu.

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