País
Estações do metro do Terreiro do Paço e Santa Apolónia inauguradas a 22 de Dezembro
As estações do metropolitano do Terreiro do Paço e de Santa Apolónia serão inauguradas a 22 de Dezembro, anunciou hoje o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino.
Nessa data, ficará completa a Linha Azul do metro, que ligará Santa Apolónia à Amadora, adiantou Mário Lino, durante uma visita às obras no Terreiro do Paço, acompanhado das secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, e do presidente do Metropolitano de Lisboa, Joaquim Reis.
O ministro justificou o atraso de dois anos e meio da obra do Terreiro do Paço com questões de segurança e a necessidade de reformular todo o projecto.
"O anterior túnel teve de ser abandonado para que fosse construído um novo, mudou-se o local da estação. Na prática foi todo um novo projecto", sublinhou.
Mário Lino falou ainda da derrapagem de preços da obra, que acabou por custar quase o dobro do inicialmente previsto.
A obra estava orçada em 165 milhões de euros (a preços de 97) e acabou por custar 299 milhões (preços de 2007).
O ministro lembrou que a zona "é de grande sensibilidade" para construção e garantiu que "todas as condições de segurança estão cumpridas para que a linha possa funcionar".
Depois de inaugurada a estação do Terreiro do Paço, "alguns trabalhos externos" vão manter-se e "até Novembro de 2008 contamos ter o Cais das Colunas reposto", afirmou.
O Cais das Colunas, um marco emblemático da Praça do Comércio, foi desmontado no início de 1997 devido às obras de expansão do Metropolitano de Lisboa entre o Chiado e santa Apolónia.
No início do ano uma fonte do Metro adiantou à Lusa que todas as pedras do Cais das Colunas estão catalogadas e acondicionadas no Parque de Material e Oficinas do metropolitano de Lisboa.
Quanto ao Túnel do Rossio, Mário Lino adiantou que a obra está a "avançar bem" e que na próxima semana será anunciada a data da abertura, que deverá ocorrer no início do próximo ano.
O ministro justificou o atraso de dois anos e meio da obra do Terreiro do Paço com questões de segurança e a necessidade de reformular todo o projecto.
"O anterior túnel teve de ser abandonado para que fosse construído um novo, mudou-se o local da estação. Na prática foi todo um novo projecto", sublinhou.
Mário Lino falou ainda da derrapagem de preços da obra, que acabou por custar quase o dobro do inicialmente previsto.
A obra estava orçada em 165 milhões de euros (a preços de 97) e acabou por custar 299 milhões (preços de 2007).
O ministro lembrou que a zona "é de grande sensibilidade" para construção e garantiu que "todas as condições de segurança estão cumpridas para que a linha possa funcionar".
Depois de inaugurada a estação do Terreiro do Paço, "alguns trabalhos externos" vão manter-se e "até Novembro de 2008 contamos ter o Cais das Colunas reposto", afirmou.
O Cais das Colunas, um marco emblemático da Praça do Comércio, foi desmontado no início de 1997 devido às obras de expansão do Metropolitano de Lisboa entre o Chiado e santa Apolónia.
No início do ano uma fonte do Metro adiantou à Lusa que todas as pedras do Cais das Colunas estão catalogadas e acondicionadas no Parque de Material e Oficinas do metropolitano de Lisboa.
Quanto ao Túnel do Rossio, Mário Lino adiantou que a obra está a "avançar bem" e que na próxima semana será anunciada a data da abertura, que deverá ocorrer no início do próximo ano.