País
Ex-GNR de Santa Comba Dão condenado
O ex-GNR de Santa Dão, António Costa, foi condenado a 25 anos de prisão, em cúmulo jurídico, pelo Tribunal da Figueira da Foz, que o considerou culpado do homicídio de três jovens.
Além dos três crimes de homicídio (dois deles qualificados), o tribunal deu ainda como provados mais dois de coacção sexual, dois de ocultação de cadáver, um de profanação e cadáver e um de denúncia caluniosa.
O ex-GNR foi absolvido de um terceiro crime de ocultação de cadáver de que estava acusado.
Defesa vai recorrer
"Vou recorrer. Penso que há motivos para isso. Certas coisas que foram mencionadas no acórdão não foram dadas como provadas”, disse Carla Bettencourt aos jornalistas, à saída do Tribunal, recusando esclarecer a que aspectos do acórdão se referia.
Carla Bettencourt acrescentou que, porém, não ficou “surpreendida” com a decisão do juiz.
Questionada sobre a opinião de António Costa sobre a decisão o Tribunal, que o considerou culpado de três crimes de homicídio, dois de coacção sexual, dois de ocultação de cadáver, um de profanação de cadáver e um de denúncia caluniosa, a advogada afirmou que, “possivelmente, ele não acredita na Justiça”.
Advogados das famílas das vítimas satisfeitos
Os três advogados das famílias das jovens assassinadas manifestaram-se satisfeitos com a decisão do Tribunal da Figueira da Foz, não estando nenhum deles a pensar recorrer da decisão.
João Pereira, advogado da família de Mariana Oliveira, afirmou, no entanto, que “a lei portuguesa é injusta”, porque “ao fim e ao cabo 25 anos de prisão [a pena máxima] não correspondem a uma sanção devida”.
O advogado defendeu ainda, à saída do Tribunal, que o regime de liberdade condicional deveria ser revisto, porque o ex-GNR de Santa Comba Dão poderá “sair em liberdade dentro de 16 anos, depois de cumpridos dois terços da pena”.
O advogado da família de Isabel Cristina, Francisco Fernandes, disse não ter “nada a opor” à decisão do Tribunal, apesar de, ao contrário do juiz, considerar que o homicídio de Isabel Cristina foi qualificado.
Francisco Fernandes disse que não vai apresentar nenhum recurso porque o ex-GNR já foi condenado à pena máxima prevista na lei portuguesa.
Também a mãe de Joana Oliveira, Isabel Oliveira, falou aos jornalistas à saída do Tribunal, considerando que, “apesar de tudo, fez-se Justiça”.
O ex-GNR foi absolvido de um terceiro crime de ocultação de cadáver de que estava acusado.
Defesa vai recorrer
"Vou recorrer. Penso que há motivos para isso. Certas coisas que foram mencionadas no acórdão não foram dadas como provadas”, disse Carla Bettencourt aos jornalistas, à saída do Tribunal, recusando esclarecer a que aspectos do acórdão se referia.
Carla Bettencourt acrescentou que, porém, não ficou “surpreendida” com a decisão do juiz.
Questionada sobre a opinião de António Costa sobre a decisão o Tribunal, que o considerou culpado de três crimes de homicídio, dois de coacção sexual, dois de ocultação de cadáver, um de profanação de cadáver e um de denúncia caluniosa, a advogada afirmou que, “possivelmente, ele não acredita na Justiça”.
Advogados das famílas das vítimas satisfeitos
Os três advogados das famílias das jovens assassinadas manifestaram-se satisfeitos com a decisão do Tribunal da Figueira da Foz, não estando nenhum deles a pensar recorrer da decisão.
João Pereira, advogado da família de Mariana Oliveira, afirmou, no entanto, que “a lei portuguesa é injusta”, porque “ao fim e ao cabo 25 anos de prisão [a pena máxima] não correspondem a uma sanção devida”.
O advogado defendeu ainda, à saída do Tribunal, que o regime de liberdade condicional deveria ser revisto, porque o ex-GNR de Santa Comba Dão poderá “sair em liberdade dentro de 16 anos, depois de cumpridos dois terços da pena”.
O advogado da família de Isabel Cristina, Francisco Fernandes, disse não ter “nada a opor” à decisão do Tribunal, apesar de, ao contrário do juiz, considerar que o homicídio de Isabel Cristina foi qualificado.
Francisco Fernandes disse que não vai apresentar nenhum recurso porque o ex-GNR já foi condenado à pena máxima prevista na lei portuguesa.
Também a mãe de Joana Oliveira, Isabel Oliveira, falou aos jornalistas à saída do Tribunal, considerando que, “apesar de tudo, fez-se Justiça”.