País
Ex-ministro Manuel Maria Carrilho absolvido de crime de violência doméstica
O ex-ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho foi hoje absolvido num processo em que era acusado de violência doméstica e condenado a um dos 22 crimes de difamação cometidos contra a sua ex-mulher Bárbara Guimarães.
"Perante a realidade trazida ao tribunal, prova pericial inconclusiva e perante uma prova testemunhal abundante, mas que não foi capaz de sustentar a acusação, não resulta da matéria de facto provada que o arguido tem cometido o crime de violência doméstica", pelo que o tribunal o absolve, decidiu a juíza Joana Ferrer.
Por um crime de difamação, a juíza condenou Manuel Maria Carrilho a 150 dias de multa, num total de 900 euros, e ainda ao pagamento de uma indemnização de três mil euros por danos não patrimoniais à apresentadora de televisão.
A defesa de Manuel Maria Carrilho mostra-se satisfeita com esta decisão e considera que esta revela “humanismo” por parte do tribunal. O advogado Paulo Sá e Cunha insistiu ainda que a acusação era “débil” pelo que não deveria sequer ter sido deduzida.
“Perante uma acusação com tamanha debilidade, nós só podíamos esperar um resultado desta natureza. Estamos muito satisfeitos com ela”, afirmou o advogado aos jornalistas.
Por sua vez, o ex-ministro disse estar “aliviado e feliz”, acreditando que se fez justiça. “Chega para mim ao fim um verdadeiro calvário de quatro anos em que tantas falsidades se espalharam assente em provas que não existiram e de uma vítima que revela tratar-se de uma falsa vítima”, afirmou.
Manuel Maria Carrilho prometeu ainda falar em breve com “tranquilidade e serenidade” com os jornalistas.
c/ Lusa
Por um crime de difamação, a juíza condenou Manuel Maria Carrilho a 150 dias de multa, num total de 900 euros, e ainda ao pagamento de uma indemnização de três mil euros por danos não patrimoniais à apresentadora de televisão.
A defesa de Manuel Maria Carrilho mostra-se satisfeita com esta decisão e considera que esta revela “humanismo” por parte do tribunal. O advogado Paulo Sá e Cunha insistiu ainda que a acusação era “débil” pelo que não deveria sequer ter sido deduzida.
“Perante uma acusação com tamanha debilidade, nós só podíamos esperar um resultado desta natureza. Estamos muito satisfeitos com ela”, afirmou o advogado aos jornalistas.
Por sua vez, o ex-ministro disse estar “aliviado e feliz”, acreditando que se fez justiça. “Chega para mim ao fim um verdadeiro calvário de quatro anos em que tantas falsidades se espalharam assente em provas que não existiram e de uma vítima que revela tratar-se de uma falsa vítima”, afirmou.
Manuel Maria Carrilho prometeu ainda falar em breve com “tranquilidade e serenidade” com os jornalistas.
c/ Lusa