País
Exames nacionais. EduQA reforça mecanismos de verificação e cria base de dados de materiais de apoio
Depois de uma "falha técnica" identificada, no âmbito da elaboração de enunciados de provas e exames nacionais, o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) vai reforçar os procedimentos de verificação de itens já publicados e criar uma base de dados.
Em comunicado, o organismo público responsável pela implementação das políticas educativas anunciou que quer melhorar os mecanismos de verificação dos conteúdos disponíveis e ter uma base de dados atualizada, “para permitir às equipas consultar de forma sistemática materiais de apoio e recursos já disponibilizados no mercado editorial”.
Medidas que surgem depois das recomendações da auditoria solicitada pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação à Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) sobre os procedimentos internos do EduQA, depois de ter sido utilizada numa prova, a 16 de junho, “uma imagem previamente publicada num caderno de uma editora”.
A questão mencionada no relatório da IGEC, prendia-se com o facto de a imagem não garantir “acessibilidade plena a alunos com daltonismo”. E tendo em conta “esta falha objetiva”, que a IGEC comprometeu” o rigor exigido a um processo desta natureza”. Por isso, “o EduQA irá aplicar as recomendações emitidas, com efeitos a partir do próximo ano letivo”.
Considerando que o processo de elaboração do Exame Nacional do Ensino Secundário de Português revela “robustez global, mas evidencia vulnerabilidades na inexistência e efetivação de um procedimento obrigatório de revalidação de itens sempre que ocorrem alterações ao longo da conceção das provas exame”, a IGEC recomendou o reforço do “procedimento de verificação de itens previamente publicados, tornando-o obrigatório sempre que ocorram alterações substanciais ao enunciado”; assim como a criação de “uma base interna de referência de materiais de apoio e publicações comerciais, atualizada periodicamente, que permita às equipas de elaboração consultar de forma mais sistemática os recursos existentes no mercado editorial”.
Medidas que surgem depois das recomendações da auditoria solicitada pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação à Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) sobre os procedimentos internos do EduQA, depois de ter sido utilizada numa prova, a 16 de junho, “uma imagem previamente publicada num caderno de uma editora”.
A questão mencionada no relatório da IGEC, prendia-se com o facto de a imagem não garantir “acessibilidade plena a alunos com daltonismo”. E tendo em conta “esta falha objetiva”, que a IGEC comprometeu” o rigor exigido a um processo desta natureza”. Por isso, “o EduQA irá aplicar as recomendações emitidas, com efeitos a partir do próximo ano letivo”.
Considerando que o processo de elaboração do Exame Nacional do Ensino Secundário de Português revela “robustez global, mas evidencia vulnerabilidades na inexistência e efetivação de um procedimento obrigatório de revalidação de itens sempre que ocorrem alterações ao longo da conceção das provas exame”, a IGEC recomendou o reforço do “procedimento de verificação de itens previamente publicados, tornando-o obrigatório sempre que ocorram alterações substanciais ao enunciado”; assim como a criação de “uma base interna de referência de materiais de apoio e publicações comerciais, atualizada periodicamente, que permita às equipas de elaboração consultar de forma mais sistemática os recursos existentes no mercado editorial”.