País
Exames nacionais. Montenegro admite eventuais falhas políticas
O primeiro-ministro admite eventuais falhas políticas nos exames nacionais do ensino secundário, mas diz que o desafio é complexo e acusa alguns professores de "resistirem à mudança".
No dia em que foi adiada a conclusão da correção dos exames nacionais, o primeiro-ministro admitiu eventuais falhas políticas em todo o processo, mas aponta que há “resistência à mudança” por parte de alguns professores.
“A grande maioria [dos professores] está com o passo que estamos a dar, mas há alguns que não estão. E nós temos de compreender que isso perturba o processo em si”, disse Luís Montenegro esta terça-feira à noite num encontro com militantes em Palmela, a propósito do debate do Estado da Nação.
Apesar de todas as falhas, o primeiro-ministro garantiu que a digitalização, na educação e noutras áreas, é para continuar.
"Este caminho é para percorrer e nós vamos ser capazes de o percorrer sem causar nenhum prejuízo a ninguém. É isso que temos de garantir e é isso que vamos garantir", afirmou.
O primeiro-ministro garantiu ainda que o país, através dos governos da AD, declarou guerra à burocracia.
"Eu coloco a minha cabeça no cepo. Eu digo aos meus colegas no Governo que não tenham receio de modernizar os serviços que tutelam, que não tenham receio de enfrentar as resistências que há dentro dos seus serviços", disse.
“A grande maioria [dos professores] está com o passo que estamos a dar, mas há alguns que não estão. E nós temos de compreender que isso perturba o processo em si”, disse Luís Montenegro esta terça-feira à noite num encontro com militantes em Palmela, a propósito do debate do Estado da Nação.
Apesar de todas as falhas, o primeiro-ministro garantiu que a digitalização, na educação e noutras áreas, é para continuar.
"Este caminho é para percorrer e nós vamos ser capazes de o percorrer sem causar nenhum prejuízo a ninguém. É isso que temos de garantir e é isso que vamos garantir", afirmou.
O primeiro-ministro garantiu ainda que o país, através dos governos da AD, declarou guerra à burocracia.
"Eu coloco a minha cabeça no cepo. Eu digo aos meus colegas no Governo que não tenham receio de modernizar os serviços que tutelam, que não tenham receio de enfrentar as resistências que há dentro dos seus serviços", disse.