País
Explosão de Lamego fez cinco mortos e três desaparecidos
O número de vítimas na sequência das explosões ocorridas ao final da tarde de terça-feira numa fábrica de pirotecnia de Avões, Lamego, subiu para cinco, segundo a última informação do secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes.
No local da explosão, em Avões, o secretário de Estado da Administração Interna confirmou que ainda que há três pessoas desaparecidas.
A explosão ocorreu cerca das 17h50 e deixou destruída uma fábrica de pirotecnia a cerca de três quilómetros de Lamego.
"Por razões de segurança dos operacionais, não se pode proceder nem à identificação dos corpos, nem proceder a qualquer movimento no local do acidente", acrescentou o governante.
De acordo com o governante, serão dadas novas informações no local durante a manhã, seguindo-se nova atualização ao início da tarde.
Haverá entretanto lugar a "todo o trabalho de pesquisa, procura e levantamento para perceber o que aconteceu e porque aconteceu, bem como da identificação dos corpos que estão encontrados".
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, manifestou solidariedade para com as famílias das vítimas e estará no local, previsivelmente ao final da manhã.
A maior parte das vítimas pertence à família proprietária da empresa de pirotecnia.
Este foi o mais grave acidente em fábricas de pirotecnia na última década e só esta empresa de Avões registou três acidentes graves em 30 anos.
O presidente da Associação de Estudos e Engenharia de Explosivos, José Carlos Góis, falou à Antena 1 de formação, fiscalização e licenciamento da atividade e das lacunas inerentes a toda a atividade.
A lei foi alterada há 17 anos, mas só reforçou alguns aspetos de segurança, deixando de fora as questões da formação.
O primeiro-ministro, António Costa, ausente do país, já enviou mensagens de condolências aos familiares e amigos das vítimas.
A explosão ocorreu cerca das 17h50 e deixou destruída uma fábrica de pirotecnia a cerca de três quilómetros de Lamego.
"Por razões de segurança dos operacionais, não se pode proceder nem à identificação dos corpos, nem proceder a qualquer movimento no local do acidente", acrescentou o governante.
De acordo com o governante, serão dadas novas informações no local durante a manhã, seguindo-se nova atualização ao início da tarde.
Haverá entretanto lugar a "todo o trabalho de pesquisa, procura e levantamento para perceber o que aconteceu e porque aconteceu, bem como da identificação dos corpos que estão encontrados".
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, manifestou solidariedade para com as famílias das vítimas e estará no local, previsivelmente ao final da manhã.
A maior parte das vítimas pertence à família proprietária da empresa de pirotecnia.
Este foi o mais grave acidente em fábricas de pirotecnia na última década e só esta empresa de Avões registou três acidentes graves em 30 anos.
O presidente da Associação de Estudos e Engenharia de Explosivos, José Carlos Góis, falou à Antena 1 de formação, fiscalização e licenciamento da atividade e das lacunas inerentes a toda a atividade.
A lei foi alterada há 17 anos, mas só reforçou alguns aspetos de segurança, deixando de fora as questões da formação.
O primeiro-ministro, António Costa, ausente do país, já enviou mensagens de condolências aos familiares e amigos das vítimas.