País
Explosão deixou prédio de Setúbal inabitável
A explosão no prédio em Setúbal afectou a estrutura do edifício de 13 andares. A suspeita foi confirmada pela peritagem dos técnicos da Câmara de Setúbal e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Sabe-se também que o rebentamento ocorreu no 11.º andar.
A peritagem realizada esta tarde confirmou a existência de uma "rotura evolutiva" que coloca em causa a estabilidade do edifício afectado pela explosão que, dada a violência, provocou danos em meia centena de viaturas estacionadas nas imediações.
Quanto à possibilidade que tem vindo a ser adiantada da necessidade de demolir pelo menos os últimos três andares afectados pela explosão, a governadora civil de Setúbal, Eurídice Pereira, afirmou que foi assunto que "nunca esteve em cima da mesa".
Durante a tarde, reuniram-se o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, condóminos, bombeiros, Protecção Civil e autarquia.
Após a reunião, Eurídice Pereira adiantou que o ministro da Administração Interna e o secretário de Estado da Protecção Civil "estão a acompanhar a situação e o Ministério decidiu avançar com o escoramento do prédio que evitará consequências face a este receio de rotura".
Neste sentido, a governadora civil de Setúbal indicou que ainda esta sexta-feira vai reunir com uma empresa para que se possa "actuar rapidamente e, se possível, já amanhã (sábado)".
A forte explosão de ontem no n.º13 da Praceta Afonso Paiva, no bairro de Monte Belo, em Setúbal, provocou 40 feridos, mas sem gravidade, tendo já todos abandonado os cuidados hospitalares.
O rebentamento deixou ainda sem casa mais de 140 pessoas e o problema que a autarquia procura resolver para já é o da habitação temporária dos desalojados. Cerca de 130 pessoas foram encaminhadas para unidades hoteleiras de Setúbal - onde recebem os cuidados necessários, refeições e vestuário -, e os restantes moradores, que não pediram ajuda às autoridades, estarão em casas de familiares e amigos.
Quanto à possibilidade que tem vindo a ser adiantada da necessidade de demolir pelo menos os últimos três andares afectados pela explosão, a governadora civil de Setúbal, Eurídice Pereira, afirmou que foi assunto que "nunca esteve em cima da mesa".
Durante a tarde, reuniram-se o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, condóminos, bombeiros, Protecção Civil e autarquia.
Após a reunião, Eurídice Pereira adiantou que o ministro da Administração Interna e o secretário de Estado da Protecção Civil "estão a acompanhar a situação e o Ministério decidiu avançar com o escoramento do prédio que evitará consequências face a este receio de rotura".
Neste sentido, a governadora civil de Setúbal indicou que ainda esta sexta-feira vai reunir com uma empresa para que se possa "actuar rapidamente e, se possível, já amanhã (sábado)".
A forte explosão de ontem no n.º13 da Praceta Afonso Paiva, no bairro de Monte Belo, em Setúbal, provocou 40 feridos, mas sem gravidade, tendo já todos abandonado os cuidados hospitalares.
O rebentamento deixou ainda sem casa mais de 140 pessoas e o problema que a autarquia procura resolver para já é o da habitação temporária dos desalojados. Cerca de 130 pessoas foram encaminhadas para unidades hoteleiras de Setúbal - onde recebem os cuidados necessários, refeições e vestuário -, e os restantes moradores, que não pediram ajuda às autoridades, estarão em casas de familiares e amigos.