País
Explosão obrigou a evacuação de escola em Idanha-a-Nova
A Escola Básica 2,3 José Silvestre Ribeiro, em Idanha-a-Nova, foi evacuada esta tarde, após uma explosão no recinto escolar cuja origem se desconhece. Não houve feridos a lamentar.
"A explosão deu-se numa zona de acesso reservado. Não houve danos materiais, nem feridos a registar, nem foram encontrados vestígios de qualquer engenho explosivo", refere o comandante João Brito, da GNR.
O plano de emergência da escola foi activado às 14h12, quando decorriam as aulas, às 14h12. Um estrondo e fumo foram os despoletadores do alerta lançado na escola. A explosão deu-se numa arrumação de produtos de limpeza daquela escola sob gestão camarária.
A situação então vivida no estabelecimento de ensino levou à suspensão de todas as actividades lectivas durante esta quarta-feira.
Fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro de Castelo Branco informou que o recinto onde se encontravam 500 pessoas foi evacuado, envolvendo a acção alunos, professores e funcionários.
A evacuação processou-se de uma forma calma e sossegada. Algumas das pessoas que se encontravam na escola naquele momento só terão tido conhecimento do que se estava a passar quando após ser evacuados se encontravam no exterior do estabelecimento escolar.
Os bombeiros de Idanha-a-Nova deslocaram-se de imediato para o local acompanhados de uma brigada de Minas e Armadilhas da GNR, que deverá determinar a origem da explosão, que ao momento ainda é desconhecido.
Pequeno objecto encontrado levado para análise
A Polícia Judiciária de Coimbra chamada ao local recolheu para análise um pequeno objecto que a GNR recolheu na escola.
"Não é um artefacto que alguém construísse. è um objecto de natureza explosiva cuja constituição não conseguimos identificar e de pequenas dimensões. Cabe numa mão e tem algum peso", afirmou o comandante João Brito.
Todas as hipóteses estão ainda em aberto "mas as mais credíveis indicam que não deve ter havido intenção de causar qualquer dano extraordinário", conclui aquele agente de autoridade.
No que diz respeito ao funcionamento da escola o comandante João Brito informou que na quinta-feira "regressa tudo ao normal, sem vigilância reforçada, nem outras medidas adicionais".
O militar da GNR justifica a ausência de medidas especiais de segurança na reabertura da escola afirmando que "não há nada que indique existir uma ameaça sobre a segurança na escola".
A Polícia Judiciária investiga neste momento o que terá acontecido, nao descartando nenhuma hipótese, inclusive a de se ter tratado de uma brincadeira.
Presidente da câmara testemunhou forma ordeira da evacuação
O presidente da Câmara garantiu que a evacuação da escola, que se seguiu à explosão, "decorreu com algum alarido, mas sem aflição".
"Passei por lá e não vi agitação nenhuma. Os alunos regressaram a casa e a escola está sem actividade. Estou convencido que a maior parte da vila nem sabe do que se passou", comenta o autarca.
Álvaro Rocha não tem indicação de que haja necessidade de interromper as aulas amanhã.
O plano de emergência da escola foi activado às 14h12, quando decorriam as aulas, às 14h12. Um estrondo e fumo foram os despoletadores do alerta lançado na escola. A explosão deu-se numa arrumação de produtos de limpeza daquela escola sob gestão camarária.
A situação então vivida no estabelecimento de ensino levou à suspensão de todas as actividades lectivas durante esta quarta-feira.
Fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro de Castelo Branco informou que o recinto onde se encontravam 500 pessoas foi evacuado, envolvendo a acção alunos, professores e funcionários.
A evacuação processou-se de uma forma calma e sossegada. Algumas das pessoas que se encontravam na escola naquele momento só terão tido conhecimento do que se estava a passar quando após ser evacuados se encontravam no exterior do estabelecimento escolar.
Os bombeiros de Idanha-a-Nova deslocaram-se de imediato para o local acompanhados de uma brigada de Minas e Armadilhas da GNR, que deverá determinar a origem da explosão, que ao momento ainda é desconhecido.
Pequeno objecto encontrado levado para análise
A Polícia Judiciária de Coimbra chamada ao local recolheu para análise um pequeno objecto que a GNR recolheu na escola.
"Não é um artefacto que alguém construísse. è um objecto de natureza explosiva cuja constituição não conseguimos identificar e de pequenas dimensões. Cabe numa mão e tem algum peso", afirmou o comandante João Brito.
Todas as hipóteses estão ainda em aberto "mas as mais credíveis indicam que não deve ter havido intenção de causar qualquer dano extraordinário", conclui aquele agente de autoridade.
No que diz respeito ao funcionamento da escola o comandante João Brito informou que na quinta-feira "regressa tudo ao normal, sem vigilância reforçada, nem outras medidas adicionais".
O militar da GNR justifica a ausência de medidas especiais de segurança na reabertura da escola afirmando que "não há nada que indique existir uma ameaça sobre a segurança na escola".
A Polícia Judiciária investiga neste momento o que terá acontecido, nao descartando nenhuma hipótese, inclusive a de se ter tratado de uma brincadeira.
Presidente da câmara testemunhou forma ordeira da evacuação
O presidente da Câmara garantiu que a evacuação da escola, que se seguiu à explosão, "decorreu com algum alarido, mas sem aflição".
"Passei por lá e não vi agitação nenhuma. Os alunos regressaram a casa e a escola está sem actividade. Estou convencido que a maior parte da vila nem sabe do que se passou", comenta o autarca.
Álvaro Rocha não tem indicação de que haja necessidade de interromper as aulas amanhã.