País
Fim da situação de calamidade obriga autarquias a concursos públicos para efetuar obras
O vice-presidente da Associação Portuguesa Técnicos de Segurança e Proteção Civil, Jorge Silva, explica que as câmaras municipais perdem alguma flexibilidade, nos mecanismos públicos de resposta à devastação provocada pelo temporal.
As autarquias não pode accionar as verbas sem os procedimentos normais de contratação, e que obriga a concursos normais e questões burocráticas que advém da contratação publica, o que atrasa o tratamento e recuperação de obras que não foram recuperáveis em tempo útil dentro do período de calamidade.
Jorge Silva dá também conta das mudanças para a população, que terminando essa fase, tudo o que surja depois, deixa de estar contabilizado e fica nas mãos das seguradoras.