Fim do anonimato para travar aumento de DST

A Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública defende o fim do anonimato dos diagnosticados com infeção sexualmente transmissível, de modo a tornar possível travar as cadeias de transmissão. Até agora, a identificação tem de ser permitida pelos doentes.

Antena1 /

Foto: Pascal Rossignol - Reuters

Gustavo Tato Borges diz que é preciso explicar que não se trata de fazer juízos de valor, mas sim de uma questão de Saúde Pública.

Estas declarações surgem depois de conhecidas as estatísticas mais recentes do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças, segundo as quais infeções sexualmente transmissíveis como gonorreia, clamídia e sífilis dispararam em Portugal, e na Europa, afetando sobretudo jovens dos 20 aos 24 anos.

Em declarações ao Jornal de Notícias, a diretora-geral da Saúde admite que o fim do anonimato, aqui defendido pela ANMSP, poderá ser implementado para inverter a tendência de aumento da prevalência de DST em Portugal.
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