País
Fim do anonimato para travar aumento de DST
A Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública defende o fim do anonimato dos diagnosticados com infeção sexualmente transmissível, de modo a tornar possível travar as cadeias de transmissão. Até agora, a identificação tem de ser permitida pelos doentes.
Foto: Pascal Rossignol - Reuters
Estas declarações surgem depois de conhecidas as estatísticas mais recentes do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças, segundo as quais infeções sexualmente transmissíveis como gonorreia, clamídia e sífilis dispararam em Portugal, e na Europa, afetando sobretudo jovens dos 20 aos 24 anos.
Em declarações ao Jornal de Notícias, a diretora-geral da Saúde admite que o fim do anonimato, aqui defendido pela ANMSP, poderá ser implementado para inverter a tendência de aumento da prevalência de DST em Portugal.