Fogo de Vouzela continua a preocupar mas condições de combate estão mais favoráveis
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Fogo de Vouzela continua a preocupar mas condições de combate estão mais favoráveis
O fogo que começou na quinta-feira em Vouzela continua a ser o mais preocupante no país. Os meios europeus de combate acionados pelo primeiro-ministro vão concentrar-se neste incêndio, que já queimou mais de 13 mil hectares de floresta e mato e que passou do distrito de Viseu para o distrito de Aveiro, em Águeda. Acompanhamos aqui, ao minuto, todos os desenvolvimentos.
As condições de combate às chamas em Vouzela estão agora mais favoráveis. O vice-presidente da Câmara acredita que até a meio da tarde o fogo possa estar dominado.
“Está efetivamente mais calmo, ainda não está dominado, ainda nos dá algumas preocupações, pelo menos duas das frentes”, em Águeda e Vouzela, explicou Marco Dias.
“Acredito que vá continuar a dar-nos algumas preocupações pelo menos até às 15h00 ou 16h00”, referiu, em declarações à RTP.
O responsável disse ainda que “os meios de Proteção Civil estão a fazer um trabalho de prevenção com máquinas de rasto”.
“Ainda há pontos quentes e chama ativa”, alertou, acrescentando que “o vento tem sido muito imprevisível” mas que “neste momento acalmou”.
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Fogo de Vouzela continua ativo com uma das frentes dominada
O incêndio que lavra há três dias em Vouzela continua ativo, com uma frente de fogo maioritariamente em consolidação e a outra dominada, mobilizando ainda 1.200 operacionais e centenas de meios terrestres, segundo a Proteção Civil.
Vários meios aéreos permanecem no local, onde a madrugada foi favorável ao combate, com a humidade um pouco mais elevada.
Numa das frentes, o incêndio está "80% dominado, em consolidação e vigilância, e 20% ativo, com intensidade moderada", disse esta manhã à agência Lusa o comandante regional de Emergência e Proteção Civil Simão Velez.
O responsável salientou que permanecem "alguns pontos com potencial para reativação forte".
Quanto à segunda frente do incêndio, encontra-se já "100% em consolidação e vigilância", acrescentou.
c/ Lusa
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Família fica desalojada após incêndio em habitação no concelho de Ponte de Sor
Um casal e um filho ficaram hoje desalojados devido a um incêndio que deixou a casa que habitavam, no concelho de Ponte de Sor, distrito de Portalegre, sem condições de habitabilidade, indicou fonte da Proteção Civil.
A fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo adiantou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 05:26, eclodiu na casa localizada na Rua Senhor das Almas, em Galveias.
Segundo a mesma fonte, o incêndio foi dado como dominado às 06:28, estando a decorrer trabalhos de rescaldo desde as 06:55.
A fonte da Proteção Civil disse que esta família, constituída por dois homens, de 48 e 19 anos, e uma mulher de 55, vai ser realojada temporariamente pelo Serviço Municipal de Proteção Civil.
O combate às chamas mobiliza 16 operacionais dos Bombeiros de Ponte de Sor, GNR e Serviço Municipal de Proteção Civil, apoiados por sete veículos.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) mantém hoje sete distritos de Portugal continental sob aviso vermelho devido à onda de calor, menos seis do que no sábado.
Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo - até às 23:00 - nos distritos Portalegre, Évora, Beja, Santarém, Lisboa, Setúbal e Castelo Branco.
Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria passaram a estar sob aviso laranja, o segundo nível mais grave.
Os distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Faro e Vila Real continuam também hoje sob aviso laranja, devido à persistência de valores muito elevados de temperatura, quer da máxima, quer da mínima.
Na Madeira, também devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, o IPMA mantém para hoje o aviso laranja nas regiões montanhosas, prolongando-o até às 18:00 de terça-feira, enquanto o resto da ilha da Madeira e o Porto Santo se encontram sob aviso amarelo, que se estende igualmente até às 18:00 de terça-feira.
O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.
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Mais de 1.300 operacionais combatem dois principais fogos rurais
Mais de 1.300 operacionais combatiam pelas 8h00 deste domingo os dois principais incêndios no continente, com o de Vouzela (distrito de Viseu) a concentrar o maior número de meios, indica a Proteção Civil.
De acordo com a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estavam no terreno a essa hora 1.334 operacionais e 447 meios terrestres nos dois incêndios significativos em curso.
O incêndio de Vouzela, distrito de Viseu - que deflagrou na quinta-feira em Tourelhe, freguesia de Cambra e se propagou depois aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro -, mobilizava 1.200 operacionais e 407 meios terrestres.
O incêndio de Vouzela continua o mais preocupante no país depois de ter queimado 13 mil hectares, pelo que agrega os meios de combate enviados pela Europa, disse no sábado o comandante nacional de Proteção Civil.
"O fogo de Vouzela continua o mais complexo", reconheceu Mário Silvestre.
Já o incêndio florestal no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, era combatido por volta das 8h00 por 134 operacionais e 40 meios terrestres.
O alerta para o incêndio, que lavra na União das Freguesias de Carreira e Refojos de Riba de Ave, foi dado às 15h22 de sábado, de acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.