País
Forte explosão provoca ferimentos em emigrantes portugueses em férias em Portugal
Uma família de cinco emigrantes portugueses, na Suíça, vieram a Portugal passar férias na sua casa em Torres Vedras. Esta família viu as férias transformadas em pesadelo quando uma fuga de gás na sua casa deu origem a uma forte explosão que lhes provocou queimaduras. A explosão foi tão forte que atingiu uma peregrina que passava na rua.
O relógio marcava pouco depois das 8h00 quando em Casais de Larana, concelho de Torres Vedras, a vizinhança foi surpreendida por um forte detonar numa habitação próxima.
"Apercebi-me de uma explosão grande, vim à rua, ouvi gritar e vim logo a correr para aqui"afirmou Joaquim Matias que vive a pouco mais de 150 metros da casa em que se deu a explosão.
Outra vizinha, esta vivendo nas traseiras da casa sinistrada, Maria Teresa Andrade foi uma das primeiras pessoas a chegar ao local numa tentativa de socorrer as eventuais vítimas e ajudar a combater o incêndio que deflagrou em consequência da explosão.
“Estávamos a dormir, ouvi um estrondo grande que estremeceu a cama e que era de uma porta a cair em cima do nosso telhado e acordámos", recordou.
Explosão foi causada por uma fuga de gás
A explosão foi tão forte que chegou a “abanar as casas”, projectando estilhaços da moradia a uma distância de 150 metros. Dois dos pilares fronteiriços da moradia chegaram a ser danificados. Caixilhos das janelas e das portas foram arrancados com a violência do estrondo.
Foi precisamente uma das janelas que ao ser projectada pelo choque da explosão causou ferimentos numa mulher que passava pela frente da casa integrada num grupo de peregrinos que seguia para Fátima. Não ganharam para o susto mas puderam seguir para o seu destino desta vez com mais um motivo para agradecer a Santa da sua devoção pelos ferimentos que apenas foram ligeiros mas que poderiam ter sido bem mais graves.
INEM em força no local
No local estiveram um helicóptero, duas viaturas médicas e uma ambulância de suporte imediato de vida do INEM e seis ambulâncias dos bombeiros de Torres Vedras.
No combate às chamas, que foram facilmente apagadas, estiveram 35 bombeiros, apoiados por quatro viaturas de combate a incêndios urbanos.
Queimaduras em 40% do corpo
A explosão que os bombeiros atribuem a uma fuga de gás, deixou dois adultos, de 36 e 42 anos, e três crianças de dois, seis e sete anos, em estado considerado "grave".
A mulher, de 42 anos, e o filho de dois anos são, segundo os bombeiros, aqueles que inspiram maiores cuidados, estando internados nos hospitais de São José e D. Estefânia.
A mulher ferida deu entrada de helicóptero no Hospital de São José, mas de acordo com fonte hospitalar não parece ter outras lesões para além das queimaduras.
"Ainda não há um diagnóstico completo", mas em princípio será transferida para a unidade de queimados do S. José, disse o mesmo responsável.
O cunhado da vítima e proprietário da casa, de 36 anos, está internado na Unidade de queimados do Hospital de Coimbra e os seus dois filhos, um casal com seis e sete anos, está também a receber assistência no Hospital D. Estefânia em Lisboa.
O indivíduo tem queimaduras em 40 por cento do corpo mas a assistência que lhe está a ser prestada nos Hospitais da Universidade de Coimbra “está a correr bem” de acordo com fonte hospitalar citada pela agência Lusa.
Sem fazer qualquer prognóstico sobre a situação do ferido, a fonte hospitalar adiantou que está a respirar com auxílio de ventilador, na Unidade de Queimados dos HUC, mas que "está tudo a correr bem".
"A situação está a ser avaliada neste momento", segundo a fonte, que remeteu uma nova avaliação do estado de saúde do ferido para "mais ao fim da tarde".
As três crianças, com idades entre os dois e os oito anos, foram transferidas para o Hospital D. Estefânia, em Lisboa onde lhes estão a ser prestados todos os cuidados necessários.
A sexta vítima, com ferimentos num sobrolho e em estado de choque, foi transportada até ao Hospital Distrital de Torres Vedras.
"Apercebi-me de uma explosão grande, vim à rua, ouvi gritar e vim logo a correr para aqui"afirmou Joaquim Matias que vive a pouco mais de 150 metros da casa em que se deu a explosão.
Outra vizinha, esta vivendo nas traseiras da casa sinistrada, Maria Teresa Andrade foi uma das primeiras pessoas a chegar ao local numa tentativa de socorrer as eventuais vítimas e ajudar a combater o incêndio que deflagrou em consequência da explosão.
“Estávamos a dormir, ouvi um estrondo grande que estremeceu a cama e que era de uma porta a cair em cima do nosso telhado e acordámos", recordou.
Explosão foi causada por uma fuga de gás
A explosão foi tão forte que chegou a “abanar as casas”, projectando estilhaços da moradia a uma distância de 150 metros. Dois dos pilares fronteiriços da moradia chegaram a ser danificados. Caixilhos das janelas e das portas foram arrancados com a violência do estrondo.
Foi precisamente uma das janelas que ao ser projectada pelo choque da explosão causou ferimentos numa mulher que passava pela frente da casa integrada num grupo de peregrinos que seguia para Fátima. Não ganharam para o susto mas puderam seguir para o seu destino desta vez com mais um motivo para agradecer a Santa da sua devoção pelos ferimentos que apenas foram ligeiros mas que poderiam ter sido bem mais graves.
INEM em força no local
No local estiveram um helicóptero, duas viaturas médicas e uma ambulância de suporte imediato de vida do INEM e seis ambulâncias dos bombeiros de Torres Vedras.
No combate às chamas, que foram facilmente apagadas, estiveram 35 bombeiros, apoiados por quatro viaturas de combate a incêndios urbanos.
Queimaduras em 40% do corpo
A explosão que os bombeiros atribuem a uma fuga de gás, deixou dois adultos, de 36 e 42 anos, e três crianças de dois, seis e sete anos, em estado considerado "grave".
A mulher, de 42 anos, e o filho de dois anos são, segundo os bombeiros, aqueles que inspiram maiores cuidados, estando internados nos hospitais de São José e D. Estefânia.
A mulher ferida deu entrada de helicóptero no Hospital de São José, mas de acordo com fonte hospitalar não parece ter outras lesões para além das queimaduras.
"Ainda não há um diagnóstico completo", mas em princípio será transferida para a unidade de queimados do S. José, disse o mesmo responsável.
O cunhado da vítima e proprietário da casa, de 36 anos, está internado na Unidade de queimados do Hospital de Coimbra e os seus dois filhos, um casal com seis e sete anos, está também a receber assistência no Hospital D. Estefânia em Lisboa.
O indivíduo tem queimaduras em 40 por cento do corpo mas a assistência que lhe está a ser prestada nos Hospitais da Universidade de Coimbra “está a correr bem” de acordo com fonte hospitalar citada pela agência Lusa.
Sem fazer qualquer prognóstico sobre a situação do ferido, a fonte hospitalar adiantou que está a respirar com auxílio de ventilador, na Unidade de Queimados dos HUC, mas que "está tudo a correr bem".
"A situação está a ser avaliada neste momento", segundo a fonte, que remeteu uma nova avaliação do estado de saúde do ferido para "mais ao fim da tarde".
As três crianças, com idades entre os dois e os oito anos, foram transferidas para o Hospital D. Estefânia, em Lisboa onde lhes estão a ser prestados todos os cuidados necessários.
A sexta vítima, com ferimentos num sobrolho e em estado de choque, foi transportada até ao Hospital Distrital de Torres Vedras.