Frases da campanha autárquica

Frases de campanha para as eleições autárquicas de 09 de Outubro.

Agência LUSA /

"Bem, já que não podem votar em mim, vou tratar da vida", cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP em Coimbra, Carlos Encarnação, dirigindo-se a cidadãos brasileiros numa acção de rua.

"Tenho 86 anos feitos no Dia dos Namorados (14 de Fevereiro), mas não tenho dinheiro", idosa numa acção de rua de José San Bento, candidato do PS à câmara de Ponta Delgada.

"Deixa-me atónito. Não sei o que se pretende. Estou preocupado com esse projecto", presidente e candidato do PSD à câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, sobre o projecto do PS de terraplanar o Parque Eduardo VII.

"Não me calo em face de responsáveis partidários que, por estratégias de poder, querem enxovalhar as gentes de Felgueiras e têm o desplante de dizer que a justiça entra em acordos e é subornável", Fátima Felgueiras, candidata independente à Câmara de Felgueiras.

"Os factos falam por si. É triste, é grave, mas é esta a democracia que temos. O exercício do cargo de presidente da câmara de Lisboa está a ter interferência na campanha", Cabeça de lista do BE em Lisboa, Ricardo Sá Fernandes, impedido de almoçar no refeitório dos trabalhadores da autarquia nos Olivais, onde estava Carmona Rodrigues.

"Que vençam os oeirenses e não quem se apresenta como seu dono e, às vezes como seu proprietário", cabeça de lista do PSD a Oeiras, Teresa Zambujo, criticando a candidatura de Isaltino de Morais.

"Vou subsidiar cada vez menos espectáculos que não têm públicos, porque entendo que se um projecto não vinga ao fim de três anos, o investimento deve ser redireccionado", presidente da câmara e candidato do PSD no Porto, Rui Rio.

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