GNR do Tortosendo, Covilhã, em espaço provisório há 15 anos denuncia Junta de Freguesia

Covilhã, Castelo Branco, 16 dez (Lusa) - A Junta de Freguesia do Tortosendo, concelho da Covilhã, anunciou hoje que pediu uma reunião com caráter de urgência à ministra da Administração Interna que reivindicar uma solução relativa ao posto da GNR local, que funciona há 15 anos em instalações provisórias.

Lusa /

Num comunicado enviado à agência Lusa, a junta especifica que o posto da GNR funciona numa vivenda arrendada, situação que deveria ter sido provisória, mas que se prolonga há 15 anos.

Segundo a nota, apesar das obras de adaptação, o espaço "não oferece condições de segurança" e funcionalidade e não permite o reforço de efetivos.

"Torna-se urgente dotar a Guarda Nacional Republicana do Tortosendo de instalações condignas e que dignifiquem a corporação e que permitam que a segurança de pessoas e bens seja devidamente acautelada", afirma a nota de imprensa.

A Junta de Freguesia, liderada por David Silva, lembra ainda que na área de atuação daquele posto estão inseridas outras freguesias, que "na sua globalidade perfazem uma população de cerca de 15.000 habitantes", existindo ainda uma zona industrial em franco progresso, bem como comércio tradicional diversificado e uma população estudantil em grande número.

"Existem no Tortosendo soluções para poder albergar o novo Posto da GNR do Tortosendo e que poderão passar pelo aproveitamento de antigas fábricas têxteis, o que também significaria a preservação de património industrial", acrescenta a informação.

Entre as preocupações apresentadas, é ainda apontada a possibilidade de a qualquer momento os proprietários do edifício virem a solicitar o fim do contrato de arrendamento, o que levaria a GNR do Tortosendo a ficar sem instalações.

A nota dá ainda conta que no âmbito de uma visita que o secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, realizou àquela vila do concelho da Covilhã, distrito de Castelo Branco, o presidente da Junta de Freguesia, David Silva, solicitou ao governante que transmitisse esta reivindicação ao primeiro-ministro.

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