País
Gonçalo Amaral acredita que corpo de Madeleine mudou duas vezes de local
Gonçalo Amaral revelou, na Grande Entrevista da RTP, que acredita na tese de que o corpo de Madeleine McCann foi transportado de um local para outro por duas ocasiões. O antigo coordenador da equipa de investigadores da Polícia Judiciária reiterou que os factos indiciam que a criança inglesa morreu acidentalmente na noite do seu desaparecimento.
O ex-inspector da Polícia Judiciária esteve ontem no programa Grande Entrevista da RTP após o lançamento do livro “Maddie, a Verdade da Mentira”, que aborda pormenores da investigação relativa ao desaparecimento da criança britânica.
Na entrevista à RTP, Gonçalo Amaral voltou a colocar a tónica no que diz ser a importância da reconstituição dos factos ocorridos na noite de 3 de Maio de 2007. Elemento que ficou por concretizar no conjunto das diligências efectuadas pela equipa de investigação.
“É preciso desmontar aquele esquema de vigilância, fazendo a reconstituição, que é essencial para percebermos em que momento é que teria ocorrido a morte”, sustentou Gonçalo Amaral.
Para o antigo coordenador da Polícia Judiciária, verificou-se uma concertação de posições no esquema de vigilância dos pais de Madeleine McCann na noite do desaparecimento, enquanto jantavam num restaurante próximo do apartamento 5A do Ocean Club da Praia da Luz.
“Que eles concertaram posições, concertaram. Porque há documentos que foram entregues ao investigador que se deslocou ao local. São dois papéis manuscritos, nas capas de um livro de criança, que têm a ver com o esquema de vigilância e as horas. Um não corresponde ao outro”, explicou Gonçalo Amaral.
Madeleine “morreu no apartamento 5A do Ocean Club”
O ex-inspector voltou a defender que Madeleine McCann morreu na noite de 3 de Maio, provavelmente em resultado de um acidente, e que o corpo da criança terá mudado de local pelo menos duas vezes.
De acordo com Gonçalo Amaral, Kate e Gerry McCann foram avistados sozinhos durante a noite de 3 de Maio.
“Houve elementos da GNR que os viram. Segundo testemunhos da GNR, [os pais de Madeleine McCann] perguntaram onde era a igreja. Foram vistos entre as 4h00 e as 7h00”, afirmou.
“Depois aparece outro elemento, que é uma viatura alugada vinte e poucos dias depois, onde há marcações, por dois cães, de odor de cadáver e de sangue e onde vêm a ser detectados vestígios biológicos, fluidos corporais”, prosseguiu Gonçalo Amaral.
“O laboratório inglês diz que num perfil de ADN de Madeleine McCann, composto por 19 alelos, são identificados 15. Para isso acontecer, o corpo teria de ter ficado num local frio, numa arca ou em algo parecido”, defendeu.
No lançamento do livro “Maddie, a Verdade da Mentira”, Gonçalo Amaral afirmou que o processo poderia não ter sido arquivado caso os indícios recolhidos na investigação tivessem merecido “outra valoração”. O que poderia ter acontecido “com outro Ministério Público”.
Na entrevista à RTP, Gonçalo Amaral voltou a colocar a tónica no que diz ser a importância da reconstituição dos factos ocorridos na noite de 3 de Maio de 2007. Elemento que ficou por concretizar no conjunto das diligências efectuadas pela equipa de investigação.
“É preciso desmontar aquele esquema de vigilância, fazendo a reconstituição, que é essencial para percebermos em que momento é que teria ocorrido a morte”, sustentou Gonçalo Amaral.
Para o antigo coordenador da Polícia Judiciária, verificou-se uma concertação de posições no esquema de vigilância dos pais de Madeleine McCann na noite do desaparecimento, enquanto jantavam num restaurante próximo do apartamento 5A do Ocean Club da Praia da Luz.
“Que eles concertaram posições, concertaram. Porque há documentos que foram entregues ao investigador que se deslocou ao local. São dois papéis manuscritos, nas capas de um livro de criança, que têm a ver com o esquema de vigilância e as horas. Um não corresponde ao outro”, explicou Gonçalo Amaral.
Madeleine “morreu no apartamento 5A do Ocean Club”
O ex-inspector voltou a defender que Madeleine McCann morreu na noite de 3 de Maio, provavelmente em resultado de um acidente, e que o corpo da criança terá mudado de local pelo menos duas vezes.
De acordo com Gonçalo Amaral, Kate e Gerry McCann foram avistados sozinhos durante a noite de 3 de Maio.
“Houve elementos da GNR que os viram. Segundo testemunhos da GNR, [os pais de Madeleine McCann] perguntaram onde era a igreja. Foram vistos entre as 4h00 e as 7h00”, afirmou.
“Depois aparece outro elemento, que é uma viatura alugada vinte e poucos dias depois, onde há marcações, por dois cães, de odor de cadáver e de sangue e onde vêm a ser detectados vestígios biológicos, fluidos corporais”, prosseguiu Gonçalo Amaral.
“O laboratório inglês diz que num perfil de ADN de Madeleine McCann, composto por 19 alelos, são identificados 15. Para isso acontecer, o corpo teria de ter ficado num local frio, numa arca ou em algo parecido”, defendeu.
No lançamento do livro “Maddie, a Verdade da Mentira”, Gonçalo Amaral afirmou que o processo poderia não ter sido arquivado caso os indícios recolhidos na investigação tivessem merecido “outra valoração”. O que poderia ter acontecido “com outro Ministério Público”.