País
Governo dá luz verde à contratação de mais 1424 profissionais de saúde
O Governo autorizou a contratação de mais 1424 profissionais para os hospitais, repondo a capacidade de resposta que tinha sido afetada com a passagem às 35 horas. Entre os profissionais contratados estão 552 enfermeiros, 710 assistentes operacionais e 162 assistentes técnicos.
Para o secretário de Estado da Adjunto da Saúde, Francisco Ramos, com estas contratações “fica definitivamente reposta a capacidade que tinha sido afetada com a passagem para as 35 horas”.
“É mais um passo no reforço da capacidade operacional no Serviço Nacional de Saúde”, afirmou à Lusa o governante.Em fevereiro, o Governo já tinha autorizado a contratação de 450 operacionais e 400 assistentes operacionais.
Segundo Francisco Ramos, ficarão “até já com uma folga positiva”, decorrente de “um aumento líquido evidente do número de profissionais”.
O secretário de Estado Adjunto da Educação sublinha a importância da medida, não apenas ao nível dos profissionais de enfermagem, mas também no que toca aos assistentes técnicos e operacionais que “são por vezes esquecidos, mas que são indispensáveis na marcação de consultas, no apoio administrativo ao internamento”.
“Os estabelecimentos de Saúde ficam, desde já, autorizados a celebrar contratos de trabalho, no limite definido, satisfazendo as necessidades identificadas pelos serviços e respetivas Administrações Regionais de Saúde (ARS)”, acrescenta o comunicado.
O despacho que permite a contratação destes 1442 profissionais de saúde foi assinado, quinta-feira, pelo Ministério da Saúde e Ministérios das Finanças.
“É mais um passo no reforço da capacidade operacional no Serviço Nacional de Saúde”, afirmou à Lusa o governante.Em fevereiro, o Governo já tinha autorizado a contratação de 450 operacionais e 400 assistentes operacionais.
Segundo Francisco Ramos, ficarão “até já com uma folga positiva”, decorrente de “um aumento líquido evidente do número de profissionais”.
O secretário de Estado Adjunto da Educação sublinha a importância da medida, não apenas ao nível dos profissionais de enfermagem, mas também no que toca aos assistentes técnicos e operacionais que “são por vezes esquecidos, mas que são indispensáveis na marcação de consultas, no apoio administrativo ao internamento”.
Em comunicado enviado às redações, o Ministério da Saúde reconhece “o Serviço Nacional de Saúde como um dos principais desafios de curto/médio prazo” e os “recursos humanos como um dos pilares em que têm vindo a ser adotadas algumas medidas”.
“Os estabelecimentos de Saúde ficam, desde já, autorizados a celebrar contratos de trabalho, no limite definido, satisfazendo as necessidades identificadas pelos serviços e respetivas Administrações Regionais de Saúde (ARS)”, acrescenta o comunicado.
O despacho que permite a contratação destes 1442 profissionais de saúde foi assinado, quinta-feira, pelo Ministério da Saúde e Ministérios das Finanças.
Os hospitais podem assim dar início aos procedimentos necessários à celebração de contratos sem termo.
c/ Lusa