País
Governo nomeou novas lideranças para PSP e GNR
O Governo substitui agora as chefias na GNR e PSP, nomeando como novo Comandante-Geral da Guarda o tenente-general Rui Veloso em substituição do tenente-general Santos Correia, que sai por limite de idade; na PSP, o novo Diretor Nacional é o superintendente-chefe Barros Correia. Magina da Silva deixa a liderança da PSP após pedir cessação de funções.
A escolha de Rui Veloso para comandante-geral da GNR foi uma decisão tomada em conjunto pelo primeiro-ministro, António Costa, pela ministra da Defesa, Helena Carreiras, e pelo ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro.
A escolha de Barros Correia para diretor nacional da PSP foi tomada em conjunto pelo primeiro-ministro e pelo ministro da Administração Interna.
O tenente-general Rui Veloso, 53 anos, foi promovido ao atual posto no dia 16 de agosto de 2023 e vai ser o primeiro comandante-geral da GNR oriundo da própria Guarda, até agora comandada por oficiais generais do Exército.
Atual segundo comandante-geral da Guarda, Rui Veloso comandou ainda o Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (atual Unidade de Emergência de Proteção e Socorro), tendo ainda desempenhado quatro missões no estrangeiro.
O superintendente-chefe Barros Correia, 58 anos, ocupa desde 2018 o cargo de secretário-geral dos Serviços Sociais da PSP, tendo exercido as funções de presidente do Grupo de Cooperação Policial da União Europeia durante a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, comandante regional dos Açores e oficial de ligação do Ministério da Administração Interna na Embaixada de Portugal na República Democrática de São Tomé e Príncipe.
No comunicado, o Governo agradece aos dirigentes cessantes, Santos Correia e Magina da Silva, "a elevação institucional, o profissionalismo e a entrega abnegada à missão de serviço público que desenvolveram".
c/ Lusa