Greve do SEF afeta aeroportos nacionais

Os inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) retomaram esta segunda-feira a greve que decorre desde sábado. Nos aeroportos do Porto, Faro e Madeira, a paralisação é de 24 horas. Em Lisboa, a greve foi entre as 5h00 e as 10h00.

RTP /
Mário Cruz - Lusa

A paralisação dos inspetores do SEF está a provocar fortes constrangimentos nos aeroportos nacionais. O aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, tem sido o mais afetado pela greve, com centenas de passageiros a esperar mais de duas horas em filas.

O tempo de espera está agora a diminuir, à medida que a situação no aeroporto está a normalizar após o fim da greve dos inspetores.
Nos aeroportos do Porto, Faro e Madeira, a paralisação é de 24 horas. No Porto e Faro, a situação é mais calma e sem grandes constrangimentos, com os voos a cumprirem os horários planeados.
A paralisação é convocada pelo Sindicato dos Inspetores de Investigação, Fiscalização e Fronteiras, que exigem uma clarificação do processo de transição.

O ministro da Administração Interna diz, no entanto, que as reivindicações já foram atendidas.
“Todas as propostas que os diferentes sindicatos fizeram foram garantidas”, disse José Luís Carneiro aos jornalistas esta segunda-feira, esclarecendo que “nenhum inspetor terá perdas salariais” e que serão colocados nos locais de origem ou de acordo com a lista de preferência, no âmbito da reestruturação do SEF.

O ministro apelou, por isso, aos agentes do SEF que “reponderem a greve”.

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