País
Greve dos operadores de telecomunicações de emergência não compromete o socorro, garante Sinfap
Os operadores de telecomunicações de emergência exigem a criação de uma carreira própria, mas garantem que o socorro às populações não fica em causa com a paragem deles porque os serviços mínimos estão garantidos.
Alexandre Carvalho, presidente do Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta Ambiente e Proteção Civil, explica quais vão ser os efeitos mais visíveis da greve.
Estes profissionais também exigem o regresso dos comandos distritais de operações de socorro.
O Governo já mostrou disponibilidade para negociar com os operadores, mas apesar disso o sindicato achou que a luta dos operadores de telecomunicações de emergência devia ser visível por serem fundamentais ao sistema de socorro.
Estes profissionais também exigem o regresso dos comandos distritais de operações de socorro.