País
Greves esta sexta-feira podem afetar escolas, saúde e outros serviços públicos
Três estruturas sindicais afetas à CGTP convocaram para hoje uma greve e uma manifestação dos trabalhadores do Estado que poderá paralisar escolas, universidades, serviços da Segurança Social, do registo e notariado, da justiça e da recolha de lixo.
A paralisação é marcada em conjunto pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) e pelo Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa. Reclamam aumentos de salários e melhores condições de trabalho.
Está marcada uma manifestação nacional em Lisboa para as 11 da manhã, entre a Praça da Figueira e o Ministério das Finanças
A greve, com início às 00:00 de hoje e com duração de 24 horas, abrange os cerca de 350 mil trabalhadores das carreiras gerais da Administração Pública central, direta e indireta, local e regional, nomeadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos superiores.
Trabalhadores da saúde também estão hoje em greve
A paralisação foi convocada pelo sindicato nacional dos trabalhadores dos serviços e de entidades com fins públicos. São 24 horas de greve a tocar os hospitais, as unidades locais de saúde e outros organismos do Ministério da Saúde.
Exigem a reposição de pontos acumulados pelos trabalhadores no sistema de avaliação de desempenho, a contratação de mais profissionais e a redução do recurso ao trabalho suplementar.
A greve pode ter impacto em consultas, exames e outros serviços programados, embora estejam assegurados serviços mínimos nas urgências, cuidados intensivos, hemodiálise, tratamentos oncológicos e noutras respostas que não possam ser adiadas.
Greve de tripulantes da Easy Jet
Na aviação, há ainda uma greve dos tripulantes da companhia Easy Jet, que pode provocar atrasos e cancelamentos de vários voos e afetar milhares de passageiros.A paralisação foi convocada pelo sindicato nacional dos trabalhadores dos serviços e de entidades com fins públicos. São 24 horas de greve a tocar os hospitais, as unidades locais de saúde e outros organismos do Ministério da Saúde.
Exigem a reposição de pontos acumulados pelos trabalhadores no sistema de avaliação de desempenho, a contratação de mais profissionais e a redução do recurso ao trabalho suplementar.
A greve pode ter impacto em consultas, exames e outros serviços programados, embora estejam assegurados serviços mínimos nas urgências, cuidados intensivos, hemodiálise, tratamentos oncológicos e noutras respostas que não possam ser adiadas.
Greve de tripulantes da Easy Jet
Está marcada uma manifestação nacional em Lisboa para as 11 da manhã, entre a Praça da Figueira e o Ministério das Finanças