País
Há 20 anos um incêndio destruia o Chiado em Lisboa
Na madrugada de 25 de Agosto de 1988 foi dado o alerta: um violento incêndio tinha deflagrado nos Armazéns Grandella, na Rua do Carmo.
O fogo foi combatido por mais de 2 mil bombeiros e elementos das forças de segurança. No balanço final, registaram-se dois mortos e vários feridos.
Apenas oito horas depois as chamas ficavam dominadas. O incêndio consumiu parte do Chiado e deixou uma pesada herança.
Dezoito prédios oitocentistas foram destruídos, duas mil pessoas perderam o emprego, dezenas de lisboetas ficaram desalojados.
Siza Vieira pegou nas cinzas do Chiado
A zona nobre da capital acabava de cair em cinzas e era preciso reconstruí-la.
O projecto ficou a cargo de Siza Vieira. Duas décadas depois, o arquitecto anunciou para breve a conclusão das obras.
O arquitecto Siza Vieira está a elaborar a última etapa do Plano para a Reconstrução da Área Sinistrada que coordena desde 1991.
Esta fase, revelou, consiste numa nova ligação pedonal pedida pela autarquia para unir o Convento do Carmo a um pátio criado na traseiras de alguns prédios da Rua do Carmo. Por problemas com propriedade, a ligação ainda não foi concretizada.
Este novo percurso "vai recuperar um pátio sem saída" numa zona que "continua a desenvolver-se independentemente de desenhos e planos", explicou Siza Vieira.
"De modo geral, os objectivos do plano foram cumpridos", declarou o arquitecto, honrado por ter sido convidado pela autarquia para concluir uma intervenção por si iniciada.
"Agora, estou a trabalhar no projecto que faltava e isso satisfaz-me", sublinhou.
Apenas oito horas depois as chamas ficavam dominadas. O incêndio consumiu parte do Chiado e deixou uma pesada herança.
Dezoito prédios oitocentistas foram destruídos, duas mil pessoas perderam o emprego, dezenas de lisboetas ficaram desalojados.
Siza Vieira pegou nas cinzas do Chiado
A zona nobre da capital acabava de cair em cinzas e era preciso reconstruí-la.
O projecto ficou a cargo de Siza Vieira. Duas décadas depois, o arquitecto anunciou para breve a conclusão das obras.
O arquitecto Siza Vieira está a elaborar a última etapa do Plano para a Reconstrução da Área Sinistrada que coordena desde 1991.
Esta fase, revelou, consiste numa nova ligação pedonal pedida pela autarquia para unir o Convento do Carmo a um pátio criado na traseiras de alguns prédios da Rua do Carmo. Por problemas com propriedade, a ligação ainda não foi concretizada.
Este novo percurso "vai recuperar um pátio sem saída" numa zona que "continua a desenvolver-se independentemente de desenhos e planos", explicou Siza Vieira.
"De modo geral, os objectivos do plano foram cumpridos", declarou o arquitecto, honrado por ter sido convidado pela autarquia para concluir uma intervenção por si iniciada.
"Agora, estou a trabalhar no projecto que faltava e isso satisfaz-me", sublinhou.