País
Homicídio de segurança dita reforço de policiamento no Porto
O Comando Metropolitano da PSP do Porto decidiu reforçar o policiamento de zonas da cidade “consideradas críticas”, na sequência do homicídio de um segurança em Miragaia, confirmou à RTP o intendente Pedro Teles.
O segurança, de 33 anos, foi assassinado a tiro na madrugada de quinta-feira. Ao todo terão sido disparados dez tiros, que danificaram, também, dois automóveis. Este é o quinto homicídio perpetrado este ano envolvendo pessoas conotadas com os negócios da noite portuense - o caso mais conhecido é o de Aurélio Palha, proprietário da discoteca Chic, também assassinado a tiro em Agosto. Em Miragaia especula-se sobre a possibilidade de o crime ter sido um ajuste de contas.
Os disparos foram efectuados a partir de uma viatura em andamento, quando a vítima conversava com um amigo. Este último conseguiu escapar ileso.
Em comunicado enviado à redacção da RTP, o Comando Metropolitano da PSP do Porto reconhece que “o sucedido vai certamente afectar o sentimento de segurança da população”.
“De forma pró-activa, esta Polícia vai intensificar o patrulhamento e a visibilidade policial, nas zonas consideradas mais críticas, recorrendo a elementos fardados e à civil, no sentido de atenuar aquele efeito”, lê-se no comunicado.
Contactado pela RTP, o intendente Pedro Teles, do Comando Metropolitano da PSP do Porto, recusou-se a precisar quais as zonas que vão merecer maior atenção por parte dos agentes da PSP.
Em declarações citadas pela Agência Lusa, o presidente da Associação de Bares da Zona Histórica do Porto atribuiu os homicídios a “um défice de investigação”. “Quem de direito não está a fazer o seu trabalho”, afirmou António Fonseca, acrescentando que as autoridades deveriam ter “neutralizado” quem fomentou a sequência de “ajustes de contas”.
O mesmo responsável frisou que o homicídio de Miragaia vem “confirmar a razão das críticas” deixadas pelos proprietários de bares da Zona Histórica do Porto durante um debate que organizaram na quarta-feira.
Questionado sobre as declarações de António Fonseca, o intendente Pedro Teles lembrou que crimes como o de Miragaia são “da competência exclusiva da Polícia Judiciária”.
Também confrontada com as afirmações do presidente da Associação de Bares da Zona Histórica, fonte da Polícia Judiciária disse à RTP que, por ora, a Directoria do Porto "não reage a qualquer notícia publicada pela comunicação social ou outras entidades" sobre o homicídio de Miragaia, uma vez que "há ainda diligências a decorrer".
Os disparos foram efectuados a partir de uma viatura em andamento, quando a vítima conversava com um amigo. Este último conseguiu escapar ileso.
Em comunicado enviado à redacção da RTP, o Comando Metropolitano da PSP do Porto reconhece que “o sucedido vai certamente afectar o sentimento de segurança da população”.
“De forma pró-activa, esta Polícia vai intensificar o patrulhamento e a visibilidade policial, nas zonas consideradas mais críticas, recorrendo a elementos fardados e à civil, no sentido de atenuar aquele efeito”, lê-se no comunicado.
Contactado pela RTP, o intendente Pedro Teles, do Comando Metropolitano da PSP do Porto, recusou-se a precisar quais as zonas que vão merecer maior atenção por parte dos agentes da PSP.
Em declarações citadas pela Agência Lusa, o presidente da Associação de Bares da Zona Histórica do Porto atribuiu os homicídios a “um défice de investigação”. “Quem de direito não está a fazer o seu trabalho”, afirmou António Fonseca, acrescentando que as autoridades deveriam ter “neutralizado” quem fomentou a sequência de “ajustes de contas”.
O mesmo responsável frisou que o homicídio de Miragaia vem “confirmar a razão das críticas” deixadas pelos proprietários de bares da Zona Histórica do Porto durante um debate que organizaram na quarta-feira.
Questionado sobre as declarações de António Fonseca, o intendente Pedro Teles lembrou que crimes como o de Miragaia são “da competência exclusiva da Polícia Judiciária”.
Também confrontada com as afirmações do presidente da Associação de Bares da Zona Histórica, fonte da Polícia Judiciária disse à RTP que, por ora, a Directoria do Porto "não reage a qualquer notícia publicada pela comunicação social ou outras entidades" sobre o homicídio de Miragaia, uma vez que "há ainda diligências a decorrer".