Hospital Amadora-Sintra recruta mais médicos para manter urgência obstetrícia
O Hospital Amadora-Sintra pediu um "esforço adicional" aos médicos do quadro e vai recrutar mais especialistas para manter em funcionamento a urgência de obstetrícia/ginecologia, que esteve encerrada entre a tarde de sexta-feira e a manhã de hoje.
Em comunicado divulgado ao final da tarde de hoje, a comissão executiva e a direcção clínica da unidade de saúde esclarece que o hospital "viu-se forçado a suspender o serviço de urgência de obstetrícia/ginecologia" devido à "falta súbita e inesperada de médicos (Ó) para que os turnos pudessem funcionar de acordo com padrões de qualidade e segurança".
O serviço de urgência de obstetrícia/ginecologia do Hospital Fernando da Fonseca, também designado por Amadora-Sintra, esteve encerrado entre a tarde de sexta-feira e as 08:00 de hoje.
A maternidade do hospital, que é a "segunda maior da área de Lisboa e Vale do Tejo", realiza cerca de 4.300 partos por ano e o serviço de urgência de obstetrícia/ginecologia atende uma média anual de 26 mil doentes.
A direcção do único hospital do Serviço Nacional de Saúde gerido por um grupo privado, a José de Mello Saúde, garante que "tudo fará para assegurar desde já a continuidade, sem interrupções, do serviço", o que "compreende naturalmente um esforço adicional dos 30 médicos obstetras/ginecologistas que pertencem ao quadro" da unidade.
O hospital salienta ainda que "não obstante a falta generalizada de médicos desta especialidade", está "em curso um processo de recrutamento em Portugal, e também em Espanha, (Ó) para integrarem o quadro" da unidade de saúde.