País
Hugo Chávez em Lisboa para firmar acordos com Portugal
O Presidente da Venezuela chegou ontem à noite a Lisboa para um encontro destinado a estreitar relações com Portugal e reforçar a cooperação entre os dois países. Hugo Chávez iniciou a estada com uma reunião com o primeiro-ministro José Sócrates, em São Bento, durante a qual foram assinados cinco acordos bilaterais.
Ainda ontem, logo após a chegada, o Presidente da Venezuela reuniu-se com José Sócrates na residência oficial do Primeiro-ministro, concretizando a assinatura de cinco acordos no domínio económico, com especial incidência nos domínios das Obras Públicas, Habitação e Energia.
Durante a reunião de São Bento, José Sócrates e Hugo Chávez firmaram ainda um memorando para aumentar a cooperação nos sectores das comunicações, informática e serviços de correio.
Chávez faz o elogio a José Sócrates
Na conferência de imprensa que se seguiu à reunião da comitiva venezuelana com membros do Governo português, o Presidente Hugo Chávez teceu um forte elogio a José Sócrates, em que diz ver a "nobre Europa".
José Sócrates, sublinhou Chávez, é um líder europeu que "reconhece a revolução" que está a ocorrer na América do Sul.
"Em ti reconhecemos a nobre Europa. És um líder europeu que reconhece a revolução que está a acontecer na América do Sul. A revolução da liberdade, igualdade e fraternidade está a recomeçar", afirmou o Presidente Chávez perante os jornalistas e membros dos dois governos.
Hugo Chávez discorreu ainda sobre a comunidade lusa na Venezuela, confessando que, "desde pequenino, assim como todos os venezuelanos, souberam ganhar consideração, amor e respeito pelos portugueses". Por outro lado, sublinhou que "em Lisboa os venezuelanos sentem-se em casa", pelo que deixou um agradecimento especial: "Obrigado, Sócrates, pela tua generosidade".
Sócrates retribui com palavras generosas a Hugo Chávez
O cruzamento de caminhos entre as duas nações foi um ponto retomado na comunicação do líder do Governo português, que retribuiu a Chávez um agradecimento em nome da comunidade lusa na Venezuela.
José Sócrates lembrou que sempre que se encontra com Chávez o que está no seu "espírito é a comunidade portuguesa que vive e trabalha na Venezuela".
Por isso, sublinhou Sócrates, "não há uma razão para a amizade com a Venezuela mas 500 mil razões (número de portugueses residentes naquele país)".
Trata-se já do terceiro encontro entre Sócrates e Chávez em menos de 8 meses, depois de uma primeira deslocação do chefe de Estado venezuelano a Portugal em Novembro passado e uma segunda visita em Maio deste ano.
Hugo Chávez desmente luz verde a bases russas na Venezuela
Garantindo que está a ser vítima de uma guerra mediática por parte da imprensa ocidental, Hugo Chávez aproveitou esta primeira conferência de imprensa após a visita de Estado à Rússia para desmentir ter dado garantias ao Kremlin no sentido de o Governo moscovita vir a instalar bases militares em território venezuelano.
"É tão falso como agora ser meio-dia", sublinhou Chávez, apontando para o céu negro que cobria a conferência de imprensa iniciada por volta das 10 da noite.
"Hoje circulou pelo Mundo uma notícia falsa. É uma guerra mediática planificada, preparam-nos uma emboscada. Querem transmitir ao Mundo a imagem do Chávez provocador, Chávez o violento, Chávez o guerrilheiro. Mas o povo venezuelano só quer paz e justiça", explicou o líder venezuelano.
Durante a reunião de São Bento, José Sócrates e Hugo Chávez firmaram ainda um memorando para aumentar a cooperação nos sectores das comunicações, informática e serviços de correio.
Chávez faz o elogio a José Sócrates
Na conferência de imprensa que se seguiu à reunião da comitiva venezuelana com membros do Governo português, o Presidente Hugo Chávez teceu um forte elogio a José Sócrates, em que diz ver a "nobre Europa".
José Sócrates, sublinhou Chávez, é um líder europeu que "reconhece a revolução" que está a ocorrer na América do Sul.
"Em ti reconhecemos a nobre Europa. És um líder europeu que reconhece a revolução que está a acontecer na América do Sul. A revolução da liberdade, igualdade e fraternidade está a recomeçar", afirmou o Presidente Chávez perante os jornalistas e membros dos dois governos.
Hugo Chávez discorreu ainda sobre a comunidade lusa na Venezuela, confessando que, "desde pequenino, assim como todos os venezuelanos, souberam ganhar consideração, amor e respeito pelos portugueses". Por outro lado, sublinhou que "em Lisboa os venezuelanos sentem-se em casa", pelo que deixou um agradecimento especial: "Obrigado, Sócrates, pela tua generosidade".
Sócrates retribui com palavras generosas a Hugo Chávez
O cruzamento de caminhos entre as duas nações foi um ponto retomado na comunicação do líder do Governo português, que retribuiu a Chávez um agradecimento em nome da comunidade lusa na Venezuela.
José Sócrates lembrou que sempre que se encontra com Chávez o que está no seu "espírito é a comunidade portuguesa que vive e trabalha na Venezuela".
Por isso, sublinhou Sócrates, "não há uma razão para a amizade com a Venezuela mas 500 mil razões (número de portugueses residentes naquele país)".
Trata-se já do terceiro encontro entre Sócrates e Chávez em menos de 8 meses, depois de uma primeira deslocação do chefe de Estado venezuelano a Portugal em Novembro passado e uma segunda visita em Maio deste ano.
Hugo Chávez desmente luz verde a bases russas na Venezuela
Garantindo que está a ser vítima de uma guerra mediática por parte da imprensa ocidental, Hugo Chávez aproveitou esta primeira conferência de imprensa após a visita de Estado à Rússia para desmentir ter dado garantias ao Kremlin no sentido de o Governo moscovita vir a instalar bases militares em território venezuelano.
"É tão falso como agora ser meio-dia", sublinhou Chávez, apontando para o céu negro que cobria a conferência de imprensa iniciada por volta das 10 da noite.
"Hoje circulou pelo Mundo uma notícia falsa. É uma guerra mediática planificada, preparam-nos uma emboscada. Querem transmitir ao Mundo a imagem do Chávez provocador, Chávez o violento, Chávez o guerrilheiro. Mas o povo venezuelano só quer paz e justiça", explicou o líder venezuelano.