Implosão da torres do Aleixo pode ser abortada "até ao carregar no botão"
O comandante operacional da Proteção Civil do Porto admitiu hoje à Lusa que o processo de implosão da torre 5 do Bairro do Aleixo, no Porto, pode "ser abortado até ao carregar no botão".
Contudo, disse Rebelo de Carvalho, "neste momento, nada leva a crer que tal possa acontecer".
Se o vento soprar a mais de 80 quilómetros por hora o processo terá de ser abortado, mas de acordo com o responsável "tudo leva a crer que o vento não vai atingir essa velocidade".
O comandante reconhece, no entanto, que "existem situações climatéricas imprevistas".
Das 509 pessoas que saíram do Bairro do Aleixo, apenas 37 solicitaram a permanência nos postos de apoio preparados para o efeito.
Estes 37 moradores estão nas instalações da Polícia Municipal do Porto, onde foram colocados meios para que possam assistir à implosão da torre 5. Destas pessoas, três tem necessidades especiais, pelo que estão a ser acompanhadas pelo INEM.