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Incêndio da Covilhã devasta património natural

Incêndio da Covilhã devasta património natural

Não há casas em risco no incêndio da Covilhã, que lavra nas encostas no Vale Glaciar com perda de património natural. O repórter Paulo Braz está no local a acompanhar o combate às chamas, que vai perder durante a noite os meios aéreos que foram fundamentais no combate às chamas.

RTP /

Foto: Miguel Pereira da Silva - Lusa

Mais de 500 operacionais combatiam, cerca das 20:00, o incêndio na localidade de Garrocho, na Covilhã, distrito de Castelo Branco, segundo dados da Proteção Civil.

Pelas 20:00, 522 operacionais estavam no terreno, apoiados por 157 viaturas e sete meios aéreos - que deverão ser retirados com o aproximar da noite -, segundo a página oficial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), no combate ao incêndio de Garrocho, ativo desde as 03:18 de sábado.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Castelo Branco disse à Lusa que a Estrada Nacional 338, que "liga a zona de Piornos a Manteigas", continuava cortada e que não há indicação de que casas estejam em perigo.

Durante a tarde, três bombeiros foram retirados do teatro de operações por razão de "doença, queimadura e trauma", tendo dois deles sido transportados para um hospital e outro recebido assistência num centro de saúde, segundo a mesma fonte.

(Com Lusa)
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