País
Incêndio destrói torre do complexo da fábrica Milaneza na Maia
Um violento incêndio deflagrou esta madrugada na fábrica de massas alimentícias Milaneza da Maia, destruindo parte da infraestrutura. As causas não são ainda conhecidas.
O incêndio teve início numa torre do complexo fabril da Milaneza, tendo as chamas sido detectadas cerca das 4:30 da manhã.
Segundo fonte no local, o fogo assumiu rapidamente grandes proporções, acabando por destruir parte da infraestrutura da fábrica.
Para combater as chamas, cuja origem é ainda desconhecida, foram mobilizadas 11 corporações de bombeiros que colocaram no terreno 94 bombeiros apoiados por 33 veículos.
Cerca das 7:00 da manhã, o Comando Distrital de Operações de Socorro do Porto (CDOS) considerou que o incêndio estava controlado e em fase de rescaldo, situação que se mantém meramente por questões de segurança.
Laboração da fábrica não foi posta em causa
No local, a RTP ouviu Amorim de Sousa, da administração da Milaneza, que garantiu que a laboração da empresa dedicada às massas alimentícias não foi posta em causa, uma vez que o espaço afectado não estava ligado à produção.
"Hoje não vai acontecer em termos de laboração nada diferente do que aconteceu ontem, a não ser respeitar o espaço dos bombeiros e a sua intervenção no rescaldo", explicou o administrador.
No que respeita à extensão dos danos patrimoniais, Amorim de Sousa explicou que "não (são avultados), são controlados porque o edifício não estava em laboração".
A meio da manhã, um par de horas após a RTP ter recolhido o depoimento do administrador da Milaneza, a equipa de bombeiros no local dava luz verde à empresa e a fábrica retomava a sua produção.
"Foi dada autorização para funcionar", confirmou o comandante dos bombeiros da Maia, Manuel Carvalhos.
Segundo fonte no local, o fogo assumiu rapidamente grandes proporções, acabando por destruir parte da infraestrutura da fábrica.
Para combater as chamas, cuja origem é ainda desconhecida, foram mobilizadas 11 corporações de bombeiros que colocaram no terreno 94 bombeiros apoiados por 33 veículos.
Cerca das 7:00 da manhã, o Comando Distrital de Operações de Socorro do Porto (CDOS) considerou que o incêndio estava controlado e em fase de rescaldo, situação que se mantém meramente por questões de segurança.
Laboração da fábrica não foi posta em causa
No local, a RTP ouviu Amorim de Sousa, da administração da Milaneza, que garantiu que a laboração da empresa dedicada às massas alimentícias não foi posta em causa, uma vez que o espaço afectado não estava ligado à produção.
"Hoje não vai acontecer em termos de laboração nada diferente do que aconteceu ontem, a não ser respeitar o espaço dos bombeiros e a sua intervenção no rescaldo", explicou o administrador.
No que respeita à extensão dos danos patrimoniais, Amorim de Sousa explicou que "não (são avultados), são controlados porque o edifício não estava em laboração".
A meio da manhã, um par de horas após a RTP ter recolhido o depoimento do administrador da Milaneza, a equipa de bombeiros no local dava luz verde à empresa e a fábrica retomava a sua produção.
"Foi dada autorização para funcionar", confirmou o comandante dos bombeiros da Maia, Manuel Carvalhos.