Inquérito do caso "Portucale" foi concluído

O Inquérito relativo ao "caso Portucale" foi concluído, disse à agência Lusa uma fonte do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

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Despacho de pronúncia do caso "Portucale" concluído RTP

O inquérito relativo a este processo foi concluído a 20 deste mês e no mesmo dia foi emitido o despacho final.

Uma parte do processo foi arquivado e em relação a outra parte foi deduzida acusação.

Tanto num caso como no outro a maioria dos envolvidos já foi notificada, restando aqueles que se encontram de férias, segundo a mesma fonte.

O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, reuniu-se segunda-feira com a directora do DCIAP, Cândida Almeida.

"Verdade acaba sempre por vencer", afirma Costa Neves

O antigo ministro da Agricultura, Carlos Costa Neves, afirmou hoje à agência Lusa que a decisão de não ser acusado no "caso Portucale" demonstra que a "verdade acaba sempre por vencer".

O antigo governante, que actualmente lidera os social-democratas açorianos, adiantou, porém, que ainda não foi notificado da decisão no âmbito deste caso, cujo inquérito já foi concluído.

Em declarações à Lusa nos Açores, Costa Neves considerou "muito importante" que se mantivesse, assim, o "bom-nome e a credibilidade que foi ganhando" ao longo de 30 anos de desempenho de funções públicas.

"A Justiça portuguesa às vezes é lenta, mas acredito na fundamentação da decisão", disse Carlos Costa Neves, que garantiu que se manteve "tranquilo" ao longo deste processo.

Assegurou, também, que apenas tem conhecimento da decisão do Ministério Público pelos órgãos de comunicação social.

O inquérito relativo ao "caso Portucale" foi concluído, tendo sido deduzida acusação contra alguns dos arguidos, disse hoje à agência Lusa uma fonte do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

O inquérito relativo a este processo foi concluído a 20 deste mês, tendo sido emitido o despacho final.

Uma parte do processo foi arquivada e em relação a outra parte foi deduzida acusação.

Tanto num caso como no outro a maioria dos envolvidos já foi notificada, restando aqueles que se encontram de férias, segundo a mesma fonte.

O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, reuniu-se segunda-feira com a directora do DCIAP, Cândida Almeida.

O jornal Público on-line noticiou, entretanto, que "o Ministério Público (MP) acusou o antigo director financeiro do CDS-PP Abel Pinheiro e três responsáveis do Grupo Espírito Santo no âmbito do processo Portucale", acrescentando que "em relação a Carlos Costa Neves, antigo ministro da Agricultura do Governo de Durão Barroso, o MP deixou cair a acusação".

O "caso Portucale" relaciona-se com o despacho que declarou a "utilidade pública" de um projecto do Grupo Espírito Santo (GES) para um empreendimento turístico na Herdade da Vargem Fresca, em Benavente, autorizando o abate de mais de 2.500 sobreiros e que foi assinado pelos ex-ministros Costa Neves (Agricultura), Nobre Guedes (Ambiente) e Telmo Correia (Turismo), a escassos dias das eleições legislativas de 2005.

"O despacho, sustenta a acusação, terá sido feito a troco de contrapartidas financeiras no valor de um milhão de euros que terão revertido a favor do CDS-PP, de quem Abel Pinheiro era director financeiro", segundo o Público on-line.

Marques Mendes congratula-se com arquivamento relativo a Costa Neves

O líder do PSD, Marques Mendes, congratulou-se hoje com a decisão de arquivamento do processo Portucale no que diz respeito ao líder do PSD-Açores, Carlos Costa Neves.

"Como sempre disse, Costa Neves é de uma seriedade à prova de bala, um homem íntegro e vertical, com mais de 30 anos de dedicação ao serviço público", referiu Marques Mendes, em comunicado enviado à Lusa.

O inquérito relativo ao "caso Portucale" foi concluído, tendo sido deduzida acusação contra alguns dos arguidos, disse hoje à agência Lusa uma fonte do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

O inquérito relativo a este processo foi concluído a 20 deste mês, tendo sido emitido o despacho final.

Uma parte do processo foi arquivada e em relação a outra parte foi deduzida acusação.

O jornal Público on-line noticiou, entretanto, que "o Ministério Público (MP) acusou o antigo director financeiro do CDS-PP Abel Pinheiro e três responsáveis do Grupo Espírito Santo no âmbito do processo Portucale", acrescentando que "em relação a Carlos Costa Neves, antigo ministro da Agricultura do Governo de Durão Barroso, o MP deixou cair a acusação".

O "caso Portucale" relaciona-se com o despacho que declarou a "utilidade pública" de um projecto do Grupo Espírito Santo (GES) para um empreendimento turístico na Herdade da Vargem Fresca, em Benavente, autorizando o abate de mais de 2.500 sobreiros e que foi assinado pelos ex-ministros Costa Neves (Agricultura), Nobre Guedes (Ambiente) e Telmo Correia (Turismo), a escassos dias das eleições legislativas de 2005.

Contactado pela Lusa, o antigo ministro da Agricultura, Carlos Costa Neves, afirmou que a decisão de não ser acusado no "caso Portucale" demonstra que a "verdade acaba sempre por vencer", embora ainda não tenha sido notificado da decisão no âmbito deste caso.

"A Justiça portuguesa às vezes é lenta, mas acredito na fundamentação da decisão", disse Carlos Costa Neves, que garantiu que se manteve "tranquilo" ao longo deste processo.

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