País
Instituições privadas voltam a liderar “rankings” das escolas
O ministério da Educação divulgou os dados referentes a 2017 e no “ranking” geral, o que avalia as médias dos alunos, o “top 30” mostra um claro domínio do ensino privado.
Há “rankings” e “rankings”, este faz uma comparação entre escolas com base na evolução das notas de alunos que tenham um perfil idêntico.
Com base neste indicador o Colégio de São Miguel, em Fátima, foi o estabelecimento que teve a maior taxa de sucesso como realça o repórter Joaquim Reis.
A FENPROF voltou a criticar estas listas e à agência Lusa o sindicato considerou que os dados que têm por base as médias dos exames são um ritual em desgaste.
Também à agência Lusa a antiga ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, defendeu que os “rankings” das escolas são "um indicador pobre e redutor", sem utilidade para avaliar a qualidade do trabalho que as escolas produzem e que apenas servem para angustiar as famílias.