JMJ. Mais de metade dos polícias "voluntariaram-se" para trabalhar, diz Paulo Vizeu Pinheiro

Em vésperas do arranque da Jornada Mundial da Juventude, o coordenador do plano de segurança mostra-se confiante de que tudo está a postos e de que não vai haver falhas no evento que traz a Portugal o Papa Francisco, mesmo com vários protestos convocados pelos sindicatos e associações das forças e serviços de segurança.

Antena 1 /

Rodrigo Antunes - Lusa

"Os protestos e manifestações são um direito constitucional. Tenho a certeza de que vão ser exercidos dentro da legalidade democrática", diz Paulo Vizeu Pinheiro, que garante ainda que a mobilização de milhares polícias para reforçar o dispositivo na capital portuguesa "não vai desguarnecer" o policiamento e a resposta das forças de segurança noutras cidades do país.

Em entrevista à Antena 1, o secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna afirma ainda que mais de metade dos efetivos da PSP que vão estar de serviço na Jornada Mundial da Juventude "voluntariaram-se" para marcar presença no evento.

"Um dos números que me impressionou foi este: mais de 50% dos efetivos da PSP que vieram reforçar o dispositivo são voluntários, ou seja, voluntariaram-se para fazer este trabalho", assinala Paulo Vizeu Pinheiro.

De acordo com o Governo, estão envolvidos entre 16 mil a 20 mil elementos das forças e serviços de segurança e das Forças Armadas na segurança da Jornada Mundial da Juventude.
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