País
José Maria Ricciardi constituído arguido após queixa da CMVM
O presidente do Banco Espírito Santo Investimento, José Maria Ricciardi, foi constituído arguido pelo Ministério Público no âmbito de uma investigação desencadeada pela Comissão de Mercados de Valores Mobiliários que envolve vários administradores do grupo. O processo incide sobre a compra e venda de ações da EDP que envolveu a instituição bancária e a seguradora BES Vida. Na segunda-feira o presidente executivo do banco, Ricardo Salgado, foi ouvido como testemunha no Departamento de Investigação e Ação Penal.
Há quatro anos, administradores do BESI terão alegadamente comprado ações da EDP e da REN dias antes de o Governo ter anunciado a intenção de privatizar parte das empresas. O DIAP crê que existem indícios de crime na oitava fase de privatização da EDP e na segunda fase de privatização da REN.
Segundo o jornal Público, José Maria Ricciardi “esteve na última sexta-feira a prestar declarações no DIAP” e terá “deixado as instalações já na qualidade de arguido”. Já o Diário Económico indica que o presidente do BESI foi constituído arguido há cerca de três semanas quando prestou declarações no Departamento de Investigação e Ação Penal.
De acordo com o Económico, “o DIAP terá tomado esta decisão na sequência de uma queixa da CMVM em dezembro de 2012 e que implica também outros administradores do BES e quadros superiores, para evitar a prescrição deste processo. As operações do BES Vida e do próprio BES terão decorrido nos dias 23 e 24 de janeiro de 2008”.
“O DIAP solicitou informações a quadros superiores dos BES e do BESI no âmbito de uma investigação iniciada pela CMVM relativamente a transações de ações da EDP efetuadas em 2008, entre o BES e a BES Vida”, escreve, por sua vez, o jornal Público, que cita um comunicado enviado pelo grupo liderado por Ricardo Salgado.
Segundo o comunicado, “o BES está a prestar todas as informações solicitadas no sentido do esclarecimento cabal desta situação ocorrida há quatro anos”. A instituição bancária acrescenta “que desenvolveu uma investigação interna”, da qual resultou que, “após a notificação, todas as operações identificadas inscrevem-se na normal gestão de carteiras de valores mobiliários, sendo demonstrável a natureza transparente das mesmas”.
Ricardo Salgado ouvido no DIAP
O presidente executivo do Banco Espírito Santo prestou ontem declarações no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa. Ricardo Salgado foi ouvido na qualidade de testemunha.
Esta foi a segunda vez no espaço de um mês que Ricardo Salgado foi inquirido pelo Ministério Público. A 19 de dezembro, o presidente executivo do BES esteve no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) por iniciativa própria, no âmbito da Operação Monte Branco, tornada pública em junho de 2011 - uma investigação sobre um circuito financeiro entre gestores de fortunas na Suíça e clientes portugueses e que envolve igualmente ações da EDP e da REN.
Segundo o jornal Público, José Maria Ricciardi “esteve na última sexta-feira a prestar declarações no DIAP” e terá “deixado as instalações já na qualidade de arguido”. Já o Diário Económico indica que o presidente do BESI foi constituído arguido há cerca de três semanas quando prestou declarações no Departamento de Investigação e Ação Penal.
De acordo com o Económico, “o DIAP terá tomado esta decisão na sequência de uma queixa da CMVM em dezembro de 2012 e que implica também outros administradores do BES e quadros superiores, para evitar a prescrição deste processo. As operações do BES Vida e do próprio BES terão decorrido nos dias 23 e 24 de janeiro de 2008”.
“O DIAP solicitou informações a quadros superiores dos BES e do BESI no âmbito de uma investigação iniciada pela CMVM relativamente a transações de ações da EDP efetuadas em 2008, entre o BES e a BES Vida”, escreve, por sua vez, o jornal Público, que cita um comunicado enviado pelo grupo liderado por Ricardo Salgado.
Segundo o comunicado, “o BES está a prestar todas as informações solicitadas no sentido do esclarecimento cabal desta situação ocorrida há quatro anos”. A instituição bancária acrescenta “que desenvolveu uma investigação interna”, da qual resultou que, “após a notificação, todas as operações identificadas inscrevem-se na normal gestão de carteiras de valores mobiliários, sendo demonstrável a natureza transparente das mesmas”.
Ricardo Salgado ouvido no DIAP
O presidente executivo do Banco Espírito Santo prestou ontem declarações no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa. Ricardo Salgado foi ouvido na qualidade de testemunha.
Esta foi a segunda vez no espaço de um mês que Ricardo Salgado foi inquirido pelo Ministério Público. A 19 de dezembro, o presidente executivo do BES esteve no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) por iniciativa própria, no âmbito da Operação Monte Branco, tornada pública em junho de 2011 - uma investigação sobre um circuito financeiro entre gestores de fortunas na Suíça e clientes portugueses e que envolve igualmente ações da EDP e da REN.