Joseph sucede a Ingrid. Nova depressão mantém chuva e agitação marítima

Joseph sucede a Ingrid. Nova depressão mantém chuva e agitação marítima

A Agência Portuguesa do Ambiente alerta para o risco de cheias nos próximos dias. As previsões da meteorologia apontam para muita chuva.

Carlos Santos Neves - RTP /
Soraia Ramos - RTP

Portugal continental começa, neste início de semana, a sentir os efeitos da depressão Joseph, que sucede à depressão Ingrid, que atravessou o país nos últimos dias.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera espera períodos de chuva persistente, por vezes forte, no norte e no centro do país. Prevê também vento forte no litoral e nas terras altas e agitação marítima pronunciada na costa ocidental.As rajadas de vento podem atingir os 80 quilómetros por hora.


A partir de terça-feira, pode ocorrer queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estela e São Mamede.

São dez os distritos de Portugal continental que estão esta segunda-feira sob aviso amarelo de agitação marítima – as ondas podem chegar aos cinco metros.

Está também determinado o aviso laranja, por causa da chuva, para os distritos de Braga, Viana do Castelo e Vila Real. Pelo mesmo motivo, Aveiro, Porto e Viseu estão sob aviso amarelo.

Já o Grupo Ocidental do arquipélago dos Açores encontra-se debaixo de aviso laranja devido à agitação marítima, que passará a vermelho a partir das 20h00. Na Região Autónoma, as ondas podem mesmo atingir os dez metros.

O Grupo central está com aviso amarelo, que passará a laranja durante a tarde.
APA adverte para risco de cheias

A zona da Bacia do Tejo conserva o nível especial de emergência para cheias: amarelo.

Em comunicado, o comando regional de Emergência e Proteção Civil veio advertir para os efeitos da forte precipitação dos últimos dias.

As águas debitadas pelas barragens espanholas têm igualmente contribuído para o aumento dos caudais do Tejo e respetivos afluentes.No domingo, várias estradas ficaram condicionadas.


A Agência Portuguesa do Ambiente alerta para o risco acrescido de inundações nos próximos dias.
As preocupações centram-se a norte do Rio Mondego e na bacia do Tejo.

As autoridades apelam assim às populações para que salvaguardem animais e bens e evitem atravessar zonas alagadas de carro ou mesmo a pé.
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